Menu
Kátia Flávia
Kátia Flávia

WPink vira assunto de academia chique após creatina ganhar certificação inédita no Brasil

Marca de suplementos de Virginia Fonseca recebe selo internacional da NSF e transforma creatina em protagonista do mercado fitness.

Kátia Flávia

03/02/2026 12h30

whatsapp image 2026 02 03 at 12.26.54

A WPink, marca de Virginia Fonseca, acaba de conquistar um marco nacional: sua creatina se tornou o primeiro suplemento do Brasil a receber a certificação NSF Conteúdo Certificado – 229BR. Foto: reprodução/Instagram

Alô, Virgínia, agora oficialmente a rainha das creatinas. Pode mandar essa criatura milagrosa direto pra minha academia no Leblon porque minha vida fitness anda precisando de um empurrão certificado. E não é que a menina conseguiu mesmo? A creatina dela ganhou certificação, coisa fina, coisa inédita, coisa de fazer personal trainer levantar a sobrancelha e concorrente fingir costume.

A WPink acaba de receber a primeira certificação brasileira da NSF para suplementos alimentares e ingredientes. Traduzindo do juridiquês para o meu idioma: passaram a marca num pente fino internacional, olharam rótulo, fábrica, ingrediente, processo, tudo, e carimbaram com um selo que o mercado respeita e o consumidor entende.

A creatina da WPink virou a primeira do país a conquistar o selo NSF Conteúdo Certificado 229BR. Isso significa que o que está escrito no rótulo é o que está dentro do pote, sem novela paralela, sem figurante escondido, sem ingrediente surpresa querendo roubar a cena.

Quem aparece no centro desse roteiro é Virginia Fonseca, fundadora e dona da marca, que sai do papel de influencer de stories para o de empresária que encara auditoria, teste toxicológico e inspeção de fábrica. A certificação envolve verificação de contaminantes, análise de metais pesados, checagem de boas práticas de fabricação e monitoramento contínuo. Nada glamouroso, tudo necessário.

whatsapp image 2026 02 03 at 12.26.54 (1)
Virginia toma a creatina de sua marca diariamente. Foto: reprodução/Instagram

A NSF, que atua há décadas no setor de saúde, alimentos e suplementos, não entrega selo por simpatia nem por alcance em rede social. É padrão técnico, internacional, daqueles que fazem o concorrente engolir seco e o consumidor respirar aliviado.

No mercado de suplementos, onde promessas costumam correr mais rápido do que fiscalização, esse selo muda o jogo. A WPink passa a circular em outro patamar, com discurso de qualidade testada e certificada, algo que pesa tanto para quem treina sério quanto para quem compra com desconfiança crônica.

Eu olho para esse movimento e vejo estratégia. A creatina deixou de ser só item de prateleira e virou peça de posicionamento. Marca que passa por esse tipo de certificação não está brincando de vender pó, está querendo sentar à mesa dos grandes.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado