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Kátia Flávia
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Vysuêllo cria modelo de gravadora focado em reduzir barreiras de entrada e leva a FA1CON Records ao plano de expansão internacional

À frente da FA1CON Records, Vysuêllo aposta em um modelo de negócio que oferece estrutura profissional a artistas sem exigir investimento inicial e tenta corrigir distorções históricas do mercado musical

Kátia Flávia

08/02/2026 18h22

À frente da FA1CON Records, Vyusello aposta em um modelo de negócio que oferece estrutura profissional a artistas sem exigir investimento inicial e tenta corrigir distorções históricas do mercado musical

Em um mercado marcado por concentração de capital e poucas portas de entrada, Vysuêllo decidiu construir um caminho alternativo. CEO e fundador da FA1CON Records, o executivo lidera uma gravadora independente que se propõe a funcionar como uma empresa de serviços completos para artistas em início de carreira, assumindo riscos que, tradicionalmente, recaem sobre o próprio talento.

A lógica do negócio é simples. Muitos artistas não ficam pelo caminho por falta de habilidade, mas por ausência de planejamento, mentoria e estrutura profissional. A FA1CON tenta preencher esse vazio ao reunir produção musical, estratégia de marketing, distribuição e posicionamento de marca em um único modelo de atuação.

Na prática, a gravadora opera sem exigir investimento inicial do artista, prioriza contratos mais transparentes e trabalha com planejamento de carreira de longo prazo. A proposta é profissionalizar talentos desde as fases iniciais, criando ativos mais preparados para dialogar com marcas, investidores e novos mercados.

A visão de liderança de Vysuêllo passa pela preservação da identidade artística, pelo desenvolvimento técnico contínuo e pela ampliação de horizontes comerciais. A internacionalização é parte central desse plano. A empresa já prepara a abertura de uma sede nos Estados Unidos, movimento que busca conectar artistas brasileiros a rotas globais de monetização e circulação de conteúdo.

Na prática, a gravadora irá operar sem exigir investimento inicial do artista, priorizando contratos mais transparentes e com planejamento de carreira de longo prazo. – Foto: Divulgação

Ao adotar um modelo menos dependente de capital próprio do artista, a FA1CON Records se posiciona como um experimento empresarial em um setor que ainda opera com práticas pouco acessíveis. A aposta é que tratar talentos emergentes como projetos estruturados, e não como apostas isoladas, pode gerar retorno sustentável e ampliar a diversidade no mercado da música independente.

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