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Kátia Flávia
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Virginia Fonseca passa perrengue em baile, vestido abre e festa acaba antes da hora

Virginia Fonseca deixou o Baile da Vogue antes do previsto após o vestido transparente apresentar falhas durante a festa no Rio de Janeiro. A influenciadora relatou que o figurino começou a abrir enquanto ela dançava, o que a levou a sair do evento ainda na madrugada.

Kátia Flávia

08/02/2026 8h30

Virginia Fonseca deixou o Baile da Vogue antes do previsto após o vestido transparente apresentar falhas durante a festa no Rio de Janeiro. A influenciadora relatou que o figurino começou a abrir enquanto ela dançava, o que a levou a sair do evento ainda na madrugada.

Amores, deixa eu contar isso do jeito que merece, sentada na beira da cama, maquiagem ainda meio borrada e o cérebro tentando processar o caos. O que aconteceu com Virginia Fonseca no Baile da Vogue foi aquele tipo de cena que só a vida real entrega, mesmo quando tudo começa com cara de capa de revista.

Virginia chegou ao baile como quem entra em cena final de novela. Vestido transparente, visual novo, estreia de fase, clima de rainha absoluta da Grande Rio prestes a tomar conta da Avenida. Entrada triunfal, flashes, celular levantado, aquele burburinho que só acontece quando todo mundo sabe que tem alguém ali puxando atenção sem esforço.

Só que festa boa também testa figurino. No meio da empolgação, da dança, do pula daqui, pula dali com a bateria, o vestido começou a dar sinais de cansaço emocional. Segundo ela mesma contou, o modelito simplesmente decidiu colaborar menos do que o combinado. Peito escapando, tecido correndo para o lado, desconforto crescendo a cada passo. Glamour nenhum segura roupa que resolveu se rebelar.

A situação apertou de vez quando ela subiu no palco. O baile estava lotado, o chamado veio, e ali não tinha muito como recusar. Bastaram alguns movimentos para o figurino abrir mais do que devia. Não era charme calculado, era tensão real. Vergonha assumida, incômodo declarado, aquela sensação clássica de quem sabe que a situação saiu do controle.

Virginia tentou resolver. Pediu o segundo figurino, mas a mala já tinha ido embora na van. Nessas horas, minha gente, não tem stylist, não tem fita dupla face, não tem oração fashion que resolva. Ela fez o que deu. Saiu antes da hora, voltou para casa ainda de madrugada e explicou tudo nas redes, sem teatro, sem vitimismo, do jeito direto que o público dela reconhece.

Eu, como boa perua experiente de bastidor, digo que isso acontece mais do que imaginam. Carnaval, baile, fantasia ousada e corpo em movimento formam um triângulo perigoso. Nem todo perrengue é planejado, nem todo look aguenta a vida real. E sair antes da hora, nesse caso, foi decisão sensata.

No fim das contas, o que ficou foi menos escândalo e mais bastidor exposto. Um vestido falhou, a festa acabou mais cedo, e a internet ganhou um daqueles relatos que humanizam quem vive sob holofote. Porque por trás do brilho, do glitter e da coragem de bancar transparência, existe alguém que também sente desconforto, vergonha e sabe a hora de ir embora.

E convenhamos. Em noite de Baile da Vogue, sair antes para dormir, acordar em paz e ensaiar com o costureiro no dia seguinte também faz parte do jogo. Afinal, Carnaval não perdoa roupa fraca. E o corpo sempre avisa.

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