Agora deixa eu contar do meu jeito, porque isso aqui virou uma cena digna de novela das nove com direção espiritual improvisada. Eu estava plena, tomando meu café imaginário, quando vejo Margareth Serrão surgir nos comentários como quem diz chega, basta, acabou a missa.
A história era simples, até ficar deliciosa. Uma matéria sugeria que Virgínia estaria interessada em consultas espirituais, algo envolvendo pai, mãe, santo e talvez um incenso aceso no canto do camarim. Margareth não gostou nadinha. Entrou com os dois pés no texto e soltou um pronunciamento cheio de fé, indignação e dedo em riste digital.
Segundo a mãe, Virgínia jamais demonstrou interesse em consulta espiritual alguma. Nada de misticismo alternativo, nada de roda energética, nada de guru no WhatsApp. O foco da filha, segundo ela, está cravado em Deus, Jesus e Nossa Senhora. E pronto. Carimbo divino, assinatura reconhecida e postagem enviada.

Eu amo quando o desmentido vem com versículo emocional embutido. Porque não é só um não, é um não ungido, com direito a puxão de orelha coletivo e recado claro para quem anda criando fanfic religiosa em torno da influenciadora.
Margareth ainda deixou claro que respeita todas as religiões, mas não tolera mentiras inventadas sobre a filha. Tradução livre da Kátia. Mexeu com a fé da Virgínia, mexeu com a paciência da mãe. E aí, meu amor, não tem algoritmo que segure.