Amadas, vamos aos fatos, estou ligada no 220, mas sem pirotecnia barata. O vídeo todo mundo já viu, já circulou, já rodou grupo, já virou assunto de mesa de bar. E mesmo assim, ele pesa. Pesa porque mostra uma cena que contraria a narrativa inicial.
Nas imagens, o médico Danilo Bravo aparece andando rápido, depois correndo, pelas ruas da Praia Brava, em Balneário Camboriú. Celular ligado, voz tensa, repetindo que está sendo perseguido por Cariúcha. Não é cena ensaiada, não é discurso pronto. É registro cru de madrugada confusa.

Em outro trecho, ele mostra arranhões no braço e mantém a câmera ligada enquanto Cariúcha tenta afastar o celular, questiona, se diz amiga e pede explicações. Tudo ali, sem filtro, sem trilha sonora dramática. Só o constrangimento daquele momento.
Horas antes, a apresentadora havia publicado stories emocionados, chorando em frente ao prédio do médico, acusando agressão. Depois, apagou. Só que a internet não apaga da cabeça tão fácil assim.

Na nota divulgada depois, Danilo afirma que recusou uma investida, foi ameaçado, agredido e decidiu se afastar para se proteger. Diz que não reagiu fisicamente, registrou boletim de ocorrência, fará exame de corpo de delito e solicitou imagens de câmeras de segurança para comprovar sua versão.
Eu observo com lupa . Porque quando o caso sai do campo do desabafo e entra no terreno de vídeo, perícia e polícia, o jogo muda. Não é mais quem grita mais alto, é quem prova.