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Kátia Flávia
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Vereador André Santos aprova lei para incentivar jovens de 16 e 17 anos a tirar título de eleitor

Projeto cria semana oficial em março para mobilizar adolescentes e colocar o primeiro voto no centro do palco

Kátia Flávia

11/02/2026 16h23

Projeto cria semana oficial em março para mobilizar adolescentes e colocar o primeiro voto no centro do palco

Meus amores, senta que lá vem capítulo novo da novela Câmara Municipal, com direito a discurso emocionado, bastidor fervendo e aquele climão de plenário que eu adoro assistir como se fosse final de reality.

O vereador André Santos, que eu já apelidei carinhosamente de Deputado Teen Spirit da Democracia, conseguiu aprovar o Projeto de Lei 215 de 2022. A criatura criou oficialmente a Semana de Incentivo à Emissão do Título de Eleitor para jovens de 16 a 18 anos. Sim, minha gente, a juventude ganhou sua própria temporada política no calendário oficial.

Foto: Reprodução/ Instagram

A tal semana vai acontecer todo ano na terceira semana de março. E o objetivo é claro como selfie com filtro de alta definição: fazer a molecada de 16 e 17 anos correr atrás do primeiro título e entender que voto não é figurino, é ferramenta de poder.

Segundo o texto, a ideia é promover campanhas educativas, divulgar informação nas escolas, ocupar equipamentos públicos e ensinar o passo a passo para tirar o título. Eu já imagino professor explicando cidadania com brilho no olhar e aluno perguntando se pode votar usando look de formatura.

Foto: Reprodução/ Instagram

André Santos declarou que a participação do jovem fortalece a democracia e que o projeto cria um período oficial de mobilização para ampliar informação e engajamento. Tradução da Kátia aqui: ele quer colocar a juventude no centro do palco político, com microfone aberto e holofote ligado.

E olha que isso mexe com muita coisa. Amplia consciência política, aproxima escola e poder público, dá aquela chacoalhada na estrutura tradicional e coloca a turma que vive de trend no TikTok para discutir eleição, orçamento, vereador e prefeito.

Foto: Reprodução/ Instagram

Eu fico imaginando o impacto disso nas próximas eleições. Jovem de 16 anos com título na mão já chega votando, opinando, debatendo em grupo de WhatsApp da família e deixando tio polêmico de cabelo em pé.

Essa aprovação pode parecer pauta técnica, mas eu vejo um plot twist geracional. A Câmara resolveu investir no eleitor que ainda está decidindo qual curso fazer, mas já pode decidir quem vai governar a cidade.

E eu, como boa fofoqueira da política municipal, sigo de olho. Porque se tem juventude envolvida, tem energia, tem debate acalorado e tem história boa vindo por aí.

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