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Kátia Flávia
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Velejando para o Futuro estreia em Brasília e já causa alvoroço

Amores o projeto social que virou queridinho no Rio aporta no Lago Paranoá dia 23 e já chega com cara de temporada nova. A meta é atender mais de 150 jovens no 1º semestre e eu adoro quando o bem vira notícia grande.

Kátia Flávia

17/02/2026 14h00

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Projeto social Velejando para o Futuro chega a Brasília no dia 23 de fevereiro. Foto: divulgação

O Velejando para o Futuro vai desembarcar em Brasília no dia 23 de fevereiro, com edição no Clube Cota Mil, no Lago Paranoá. Sim, meus amores, o projeto que já se consolidou no Rio, com aulas também na Marina da Glória, agora ganha palco novo e um cenário que parece trailer de filme. Só que aqui o roteiro é real e o elenco é de jovens de 6 a 18 anos.

A iniciativa é da Confederação Brasileira de Vela, a CBVela, que decidiu levar a vela para além da bolha do esporte chique. O programa oferece aulas gratuitas, com acompanhamento pedagógico, orientação técnica esportiva e apoio psicológico. Eu gosto quando o projeto não vende fantasia, entrega estrutura.

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Nova edição será realizada no Clube Cota Mil e terá início das aulas divulgado ainda esta semana. Foto: divulgação

E tem um detalhe que muda o tom da conversa, do social fofo para o social sério. O Velejando para o Futuro também acolhe crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista, TEA, com práticas adaptadas e acompanhamento profissional qualificado. É a parte em que eu paro de fazer graça e só falo, isso importa.

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Voltado para jovens de 6 a 18 anos, o projeto oferece aulas gratuitas de vela aliadas a acompanhamento pedagógico, orientação técnica esportiva e apoio psicológico. Foto: divulgação

A CBVela fala em ampliar horizontes e criar oportunidades, e faz sentido. A coordenadora pedagógica do projeto lembra que há muitas crianças em situação de vulnerabilidade nas cidades-satélites e que o objetivo é abrir acesso a uma modalidade que normalmente não faz parte da realidade delas. Brasília, simbólica como ela é, vira vitrine e teste de escala ao mesmo tempo.

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O projeto acolhe crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foto: divulgação

A edição brasiliense ainda deve ter atividades em breve no Iate Clube de Brasília. E a viabilização vem pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte, aquele bastidor que quase ninguém comenta, mas que segura a operação de pé.

Interessados poderão realizar inscrição por meio de formulário disponibilizado pela organização.

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