Eu, Kátia Flávia, acordei pronta para falar de gente, traição e bastidor quente, mas a vida resolveu me jogar um plot twist digno de novela das sete. A Uber resolveu eletrificar o capítulo urbano e anunciou que, a partir de hoje, Brasília e Curitiba entram oficialmente no elenco do Uber Electric, a categoria de viagens feitas só com veículos 100% elétricos.
Sim, meu amor. Adeus ronco de motor velho. Olá silêncio elegante de carro que desliza como vilã rica fugindo de escândalo. A modalidade conecta passageiros a motoristas parceiros que usam automóveis elétricos, com zero emissão de poluentes e aquela sensação gostosa de estar fazendo algo certo sem precisar discursar.
O funcionamento é simples, até para quem vive no modo drama. Abriu o aplicativo, colocou o destino, escolheu “Electric” e confirmou. Na sequência, o passageiro acompanha tudo em tempo real, dados do veículo, do motorista e aquele suspense básico até o carro aparecer na esquina.
A Uber avisa que, nesse primeiro momento, o Uber Electric funciona em áreas delimitadas de Brasília e Curitiba, com expansão prevista conforme mais motoristas elétricos entrem no jogo. Ou seja, é começo de temporada, elenco ainda enxuto, mas com cara de aposta forte.
Segundo a empresa, a ideia é estimular a migração para veículos elétricos, que além de não poluírem, têm custo operacional menor e ajudam a empurrar a mobilidade urbana para um caminho menos caótico. A Uber, que já opera corridas elétricas em São Paulo desde 2024 e no Rio de Janeiro desde 2025, reforça que esse movimento faz parte de um plano global de ampliar viagens com emissão zero.
Nos bastidores internacionais, a plataforma já investiu bilhões em incentivos, parcerias e melhorias para acelerar essa transição. Em países como Estados Unidos, Canadá e Europa, a adoção de carros elétricos por motoristas parceiros cresce em ritmo acelerado, e o Brasil começa a entrar nessa conversa com mais firmeza.