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Kátia Flávia
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Turismo de negócios bota o salto 15, desfila prosperidade e fatura mais de R$ 11 bilhões no ano

Quando o assunto é dinheiro circulando, mala rodando e aeroporto fervilhando, o turismo de negócios resolveu jogar na mesa o seu relatório anual e, sinceramente, parece release de empresa milionária exibindo diamante no dedo. De janeiro a outubro de 2025, o setor já meteu R$ 11,6 bilhões na economia e sem pedir licença.

Kátia Flávia

28/11/2025 10h30

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Praias e natureza são as atrações preferidas de turistas brasileiros. Foto: Diego Bachiega/Prefeitura de Bertioga

Amadas, estou cho-ca-da, com os números do turismo do meu Brasil, com esse desempenho, a expectativa é fechar o ano com R$ 14,3 bilhões, porque se tem uma coisa que esse segmento não sabe fazer é pensar pequeno.

Os dados vêm da ABRACORP, que monitora 11 setores do mercado corporativo e, pelo visto, teve que tomar um energético duplo pra acompanhar o ritmo de crescimento. No recorte de outubro, só pra não perder a pose, o setor cravou R$ 1,34 bilhão, um salto de 5,33% em comparação com 2024. É o famoso “a crise que lute”.

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Vista do Bairro do Flamengo, a partir do Moro da Urca, na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O ministro do Turismo, Celso Sabino, tratou de reforçar que o turismo de negócios gira engrenagem, gera emprego, traz renda e movimenta a economia como uma sala de reunião prestes a fechar contrato milionário. E nos números, amor, dá pra ver que ele não exagerou nem meia unha postiça.

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Ministro do Turismo, Celso Sabino. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil.

Hotéis fizeram bonito com R$ 785,4 milhões, companhias aéreas vieram chiques com R$ 423 milhões, e o restante aluguel de carro, serviços especializados, tecnologia completou o look com milhões bem distribuídos. Até o setor de cruzeiros entrou no barco, com crescimento percentual digno de fazer armador sorrir.

E não para por aí. A ANAC deu aquele carimbo glamouroso: em outubro, o Brasil teve 9 milhões de passageiros em voos domésticos, o maior número desde o longínquo ano 2000. Até o setor internacional, que às vezes adora um drama, apareceu deslumbrante: 2,3 milhões de passageiros, crescimento de 9,3%.

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Aeroporto de Guarulhos. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Tudo isso enquanto o mundo vive instabilidade geopolítica, panos quentes internacionais e crises que adoram roubar a cena. Mas o turismo de negócios? Esse não se abala. Esse pega a maleta, veste o blazer, agenda call e fatura.

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