Amadas, estou cho-ca-da, com os números do turismo do meu Brasil, com esse desempenho, a expectativa é fechar o ano com R$ 14,3 bilhões, porque se tem uma coisa que esse segmento não sabe fazer é pensar pequeno.
Os dados vêm da ABRACORP, que monitora 11 setores do mercado corporativo e, pelo visto, teve que tomar um energético duplo pra acompanhar o ritmo de crescimento. No recorte de outubro, só pra não perder a pose, o setor cravou R$ 1,34 bilhão, um salto de 5,33% em comparação com 2024. É o famoso “a crise que lute”.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, tratou de reforçar que o turismo de negócios gira engrenagem, gera emprego, traz renda e movimenta a economia como uma sala de reunião prestes a fechar contrato milionário. E nos números, amor, dá pra ver que ele não exagerou nem meia unha postiça.

Hotéis fizeram bonito com R$ 785,4 milhões, companhias aéreas vieram chiques com R$ 423 milhões, e o restante aluguel de carro, serviços especializados, tecnologia completou o look com milhões bem distribuídos. Até o setor de cruzeiros entrou no barco, com crescimento percentual digno de fazer armador sorrir.
E não para por aí. A ANAC deu aquele carimbo glamouroso: em outubro, o Brasil teve 9 milhões de passageiros em voos domésticos, o maior número desde o longínquo ano 2000. Até o setor internacional, que às vezes adora um drama, apareceu deslumbrante: 2,3 milhões de passageiros, crescimento de 9,3%.

Tudo isso enquanto o mundo vive instabilidade geopolítica, panos quentes internacionais e crises que adoram roubar a cena. Mas o turismo de negócios? Esse não se abala. Esse pega a maleta, veste o blazer, agenda call e fatura.