Um aviso inesperado coloca Ferette em alerta máximo em Três Graças. O empresário recebe um bilhete anônimo acompanhado de um medicamento falso produzido pela própria fundação e percebe que seu esquema pode estar por um fio. Temendo uma investigação iminente sobre a distribuição de remédios adulterados na farmácia popular da Chacrinha, ele decide agir rápido e de forma contraditória: ordenar a substituição imediata dos produtos falsificados por remédios verdadeiros.
Determinando a mudança às pressas, Ferette deixa claro que a intenção é confundir qualquer fiscalização. “Macedo, você vai chamar o seu pessoal e hoje mesmo você vai trocar todos os remédios por remédios verdadeiros. Quando bater a fiscalização, eles vão dar com os burros na água”, dispara o empresário.

A decisão, no entanto, causa estranhamento dentro da própria família. Leonardo percebe algo fora do normal e questiona o pai sobre a movimentação repentina na farmácia da comunidade. “Mandou o pessoal dar uma geral na farmácia da Chacrinha?”, pergunta o herdeiro. Irritado, Ferette desconversa: “Mandei, qual o problema? A farmácia é minha, cismei com aquele lugar”.

Enquanto pai e filho conversam no confortável escritório da Fundação Ferette, na própria Chacrinha, a operação acontece do outro lado. Viviane é quem recebe os enviados do empresário na farmácia e reage com ironia à visita inesperada. “A que devo a honra dos cavaleiros da fundação”, provoca a farmacêutica, deixando no ar que aquela troca repentina pode não passar despercebida por muito tempo.