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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Traia Véia toca o terror no Viver Sertanejo e transforma o domingo da Globo em roda de modão

Na fazenda de Daniel, longe de palco e perto da mesa, o Traia Véia divide modão, vozes à capela e emoção crua com Pablo, num encontro que escancara o sertanejo de raiz que a Globo fingiu não ver por anos.

Kátia Flávia

08/02/2026 10h00

Na fazenda de Daniel, longe de palco e perto da mesa, o Traia Véia divide modão, vozes à capela e emoção crua com Pablo, num encontro que escancara o sertanejo de raiz que a Globo fingiu não ver por anos.

Madeira gasta, chão de terra, clima de visita que virou festa e ninguém olha o relógio. O Viver Sertanejo entende uma coisa simples que muita gente demorou décadas para aceitar: sertanejo de verdade acontece sentado, em roda, com gente se olhando no olho.

O Traia Véia chega ocupando espaço como quem nunca foi banda de apoio de nada. Quarteto de Guarulhos, vozes abertas, harmonia afiada, aquele modão noventista que mistura dor de amor com amizade antiga. Chamam de Roupa Nova do sertanejo e não é exagero, é constatação depois de cinco minutos em volta da mesa.

Foto: Reprodução Internet

Aí entra Pablo. Não entra cantando, entra vivendo. Solta Porque Homem Não Chora, puxa Fui Fiel e o clima vira bar cheio no meio do mato. Arrocha romântico, sofrimento sem maquiagem, aquele coro espontâneo que nasce quando todo mundo ali já sofreu parecido.

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