Alerta de fofoca premium. A quarta temporada de The White Lotus decidiu que sofrimento de gente rica merece cenário à altura. Resultado. Mudou-se para o Château de la Messardière, um palácio do século XIX plantado no alto da colina, olhando Saint-Tropez como quem diz “pode sofrer, mas sofra bonito”.
Diária. De US$ 3 mil a US$ 8 mil. Pode subir, claro. Alta temporada europeia não perdoa. Se você piscou, já virou figurante mental dessa novela de egos com piscina infinita.

O hotel é aquele pacote completo para quem gosta de luxo sem pedir desculpa. Spa de respeito, restaurantes gastronômicos, esporte para fingir saúde, área kids para fingir família e acesso exclusivo à praia com traslado em Rolls-Royce. Porque Uber é tão plebeu.
Não à toa, o lugar costuma hospedar chefes de Estado, celebridades e fortunas que não precisam perguntar o preço do vinho. É o habitat natural do White Lotus. Onde o cartão passa, mas a terapia não resolve.

A escolha de Saint-Tropez mantém a marca registrada da série. Luxo extremo de um lado, colapso emocional do outro. Depois do Havaí, da Sicília e da Tailândia, agora é a Riviera Francesa que vai servir champanhe enquanto as máscaras caem.
As filmagens começam em breve. A estreia está prevista para 2026. Até lá, a gente observa, julga e agradece. Porque ver rico surtando em cenário de revista é praticamente um serviço público.
Produção da HBO. Luxo entregue. Veneno garantido.