Amigas, a cena é real oficial. Estou na academia aqui do Leblon e o clima parece velório chique. Todo mundo ainda sentido pela despedida do Maneco, aquele silêncio meio respeitoso, e de repente, pá. O assunto muda sem pedir licença. Fim de Tati Dias e Lauana Prado.
Ninguém acredita. Ninguém mesmo. É uma cara de espanto atrás da outra, halter parado no ar, personal fingindo concentração enquanto escuta a fofoca. A pergunta é uma só, como assim?
Tati Dias apareceu chorando, com a voz falhando e sem paciência para mais ruído, para falar do término com Lauana Prado. Nada ensaiado, nada performático. Cansaço estampado.

Ela deixou claro que essa é a última vez que se pronuncia. Pediu ajuda ao público, falou em carinho, limite e sobrevivência emocional. Disse que precisa seguir a vida e que não sabe mais como lidar com a exposição constante desse fim.
O pedido foi direto, quase um desabafo cru. Que parem os comentários, as teorias, os julgamentos e a exploração do que já virou dor. Não teve ataque, não teve indireta, não teve tentativa de virar narrativa vencedora.
A reação veio na mesma velocidade de sempre. Apoio, comoção e aquele grupo que insiste em cavar mais um capítulo onde só existe exaustão.
Ela falou. Chorou. Pediu paz. Daqui pra frente, insistir não é curiosidade. É falta de sensibilidade mesmo.