Amigas, eu estava aqui, muito tranquila, acompanhando a coluna do meu querido e idolatrado Lucas Pasin, quando me caiu a ficha de uma coisa básica, subestimada e absolutamente vital. Dormir.
Aqui no Cosme Velho, minha gente, isso é lei. Eu durmo. E durmo bem. Acordo com passarinho cantando, janela aberta, zero culpa e nenhuma reunião às sete da manhã. Sono, pra mim, é patrimônio cultural.
E aí eu leio que o Tadeu Schmidt passou anos sobrevivendo com quatro horinhas de descanso por causa do BBB. Amigo, vem dormir aqui no Cosme Velho. Eu empresto o silêncio, o canto dos pássaros e até um travesseiro decente. Porque apresentar reality já é pesado. Fazer isso sem dormir é crueldade autoimposta.

Pois é, Brasil. Enquanto o público acha que apresentar o Big Brother Brasil 26 é só dar boa noite e anunciar paredão, Tadeu Schmidt estava basicamente vivendo no modo zumbi premium.
Durante o reality, dormir quatro horas, quatro e meia, cinco no máximo era o normal. Normal entre aspas, claro. O corpo aguentava, mas a conta chegava. E chegou.

Antes do BBB 26, Tadeu resolveu fazer o que muita gente só aprende depois do colapso, procurar um psiquiatra especialista em sono. Resultado. O homem agora dorme oito horas, acorda pleno e ainda recebe nota 94 no anel inteligente. Quase um boletim escolar do descanso.
Segundo ele, o problema é que o pouco sono virou hábito até fora do programa. Aí não dá. Sono não é luxo, é sobrevivência. E o apresentador entendeu isso a tempo, antes que o “boa noite” virasse “socorro”.
Hoje, Tadeu diz que está relaxando mais, descansando mais e dormindo como gente grande. A expectativa é continuar assim, porque apresentar o BBB já é loucura suficiente. Fazer isso exausto é pedir pra ser eliminado pelo próprio corpo.
Moral da história. No BBB, quem dorme perde. Fora dele, quem não dorme perde a saúde. E dessa vez, Tadeu jogou certo.