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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Sul do Brasil decola em 2025, passa dos 18 milhões de passageiros e vira queridinho da aviação

Eu olho os números e já imagino fila de embarque, salto alto apressado e selfie no portão de embarque.

Kátia Flávia

13/02/2026 12h00

Eu olho os números e já imagino fila de embarque, salto alto apressado e selfie no portão de embarque.

Eu, Kátia Flávia, já aviso. Se aeroporto fosse tapete vermelho, a Região Sul estaria passando com vestido esvoaçante e sorriso de quem sabe que ganhou destaque. Em 2025, os terminais do Sul movimentaram mais de 18 milhões de passageiros e mostraram que a aviação regional voltou com apetite, agenda cheia e muita disposição.

Porto Alegre segurou o posto de estrela veterana, com 7,2 milhões de passageiros e lugar garantido entre os aeroportos mais movimentados do país. Curitiba veio logo atrás, com 6 milhões de viajantes, organizada, pontual e com cara de quem faz check in antes do horário. Florianópolis completou o trio com 5 milhões e ainda roubou a cena ao registrar o maior crescimento percentual da região nos últimos três anos.

O aeroporto de Florianópolis cresceu 52,6 por cento em comparação com 2022. Curitiba avançou 24,8 por cento. Porto Alegre também subiu, com alta de 12,2 por cento. Números que fazem qualquer executivo de gravata afrouxar o nó e qualquer passageiro pensar em viajar mais vezes.

A rota São Paulo Porto Alegre virou figurinha repetida no álbum da aviação nacional, com mais de 2 milhões de passageiros e posição de destaque no mercado doméstico. Avião cheio, corredor disputado e aquele clima clássico de ponte aérea que nunca dorme.

E não foram só as capitais que brilharam. Foz do Iguaçu e Navegantes ultrapassaram a marca de 2 milhões de passageiros cada. Maringá, Londrina e Chapecó também entraram na dança, mostrando que o interior sabe muito bem como circular gente, negócios e turismo.

Por trás desse movimento todo, o governo federal anunciou investimentos de 389 milhões de reais em infraestrutura aeroportuária na Região Sul. A coordenação passa pelo Ministério de Portos e Aeroportos, com dados consolidados pela Agência Nacional de Aviação Civil. Pista, pátio, equipamentos e sistemas operacionais entram no pacote para dar conta do fluxo crescente.

No meu radar de colunista exagerada, isso significa o seguinte. Mais voos, mais conexões, mais gente circulando e mais histórias começando no saguão. A Região Sul não só decolou em 2025 como avisou que pretende seguir voando alto. E eu já estou escolhendo o look do próximo embarque.

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