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Kátia Flávia
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STJ mantém condenação de Felipe Prior por estupro e caso de 2014 volta ao centro da cena

Decisão confirma pena de oito anos e reacende uma história antiga que insiste em não sair do roteiro.

Kátia Flávia

23/01/2026 15h30

Decisão confirma pena de oito anos e reacende uma história antiga que insiste em não sair do roteiro.

Eu juro que tentei seguir minha vida normalmente, mas a Justiça resolveu puxar essa novela de volta para o horário nobre. O Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação de Felipe Prior por estupro, num caso que aconteceu em São Paulo em 2014 e que agora reaparece com aquele clima de reprise indigesta, daquelas que a gente lembra de tudo e mesmo assim não consegue ignorar.

A decisão foi tomada em dezembro, de forma monocrática, pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca. Tradução livre da coluna, o STJ confirmou a pena de oito anos de prisão em regime semiaberto. Ainda cabe recurso, porque essa novela adora um gancho de capítulo final, mas o entendimento da Justiça ficou registrado em letras bem grandes.

O caso envolve uma colega de universidade, carona depois de festa, álcool circulando e um relato que a Justiça considerou consistente para manter a condenação. Prior responde em liberdade enquanto o processo segue esse vai e vem jurídico que parece nunca dar baixa definitiva no sistema.

E como toda trama longa, essa não vive só de um conflito central. Prior acumula outros processos por estupro. Dois terminaram em absolvição, um teve condenação confirmada e outro ainda aguarda julgamento. É aquele tipo de personagem que vive atravessando núcleos diferentes da história, sempre cercado de controvérsia e desconforto.

A defesa, procurada, preferiu não se manifestar. Silêncio estratégico, clássico de quem espera o próximo capítulo antes de soltar qualquer fala.

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