Gente, estava maratonando minhas novelinhas favoritas pelo Globoplay enquanto petiscava a tábua de frios e me refrescava com uma taça de espumante rosé. Eis que recebo uma ligação de uma amiga de Brasília que me conta detalhes sobre mais uma ação judicial de um ex-jogador, que tem visto o sol nascer quadrado há algum tempo, ser barrada.
Bem, acontece que, nesta quinta-feira (28), a defesa do ex-atacante do Santos e da Seleção Brasileira, Robinho, de 41 anos, amargou uma nova derrota nos tribunais federais em busca da liberdade do ex-atleta.
A decisão final foi apresentada pelo ministro do Supremo Federal André Mendonça, que votou contra a liberdade do acusado de participação de estupro coletivo em 2013.

Apenas Gilmar Mendes votou à favor da soltura de Robinho. Em contrapartida, além de Mendonça, os ministros Luís Fux, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli rejeitaram a possibilidade de liberdade do ex-jogador.
Antes do julgamento finalizado no dia de hoje, os representantes legais do “Rei das Pedaladas” havia apresentado um recurso de habeas corpus em março, mas foi negado por Fux e Moraes.
Em março de 2024, Robinho foi condenado a nove anos de prisão, sendo três deles em regime fechado.