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Kátia Flávia
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Solange perde a linha e grita com Jonas após Tá com Nada no BBB 26

Solange Couto se revoltou com Jonas depois que o brother provocou uma punição coletiva e colocou toda a casa no Tá com Nada no BBB 26. A bronca ganhou corpo porque a punição bateu justamente onde reality sempre rende mais barraco, comida, convivência e egoísmo mal disfarçado com pulseira no braço.

Kátia Flávia

20/03/2026 13h30

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A atriz chamou a sugestão de Jonas, de comer apenas na festa, de “egoísta” e insustentável para a convivência. (Foto: Reprodução/Google Imagens)

Amores estou aqui na Europa , tentando sair de um café com a dignidade intacta, quando me entregaram esse barraco alimentício embalado a vácuo pela dramaturgia do BBB. Jonas fez o tipo de besteira que dentro daquela casa vale quase um crime de guerra doméstico, descumpriu regra, perdeu 500 estalecas e ainda jogou todo mundo no Tá com Nada. Aí, meu amor, mexeu com comida, mexeu com sanidade, e Solange Couto entrou em cena com a delicadeza de um trovão.

O erro aconteceu cedo, no horário em que as pessoas ainda fingem civilidade. Jonas preparou café na cozinha da Xepa usando a pulseira do VIP e acabou detonando a punição geral. Depois tentou explicar a trapalhada para Ana Paula Renault e ouviu o tipo de reação que só nasce em ambiente confinado com fome à vista. Milena já foi na jugular do argumento, e a casa inteira começou a tratar o rapaz como se ele tivesse assinado um decreto contra o estômago coletivo.

Foi aí que Solange elevou o tom e entregou o que o público ama chamar de sinceridade, mas que na prática é puro desespero com tempero de revolta. Ela classificou a atitude como egoísta e foi para cima da lógica de Jonas depois que ele tentou minimizar a situação sugerindo, com a serenidade de quem claramente não entendeu o tamanho da bomba, que o povo compensasse a fome na festa. Tô conferindo o feed entre uma loja e outra na Via Montenapoleone e te digo, existe uma linha muito tênue entre erro bobo e sentença pública no BBB. Essa linha geralmente passa pelo prato.

Jonas pediu desculpas, disse que foi sem querer, admitiu que não percebeu e soltou aquele “menos 500” de quem tenta transformar a própria ruína em confissão leve. Não colou. Boneco rebateu, Solange engrossou, e a conversa deixou de ser sobre pulseira para virar discussão sobre convivência, privilégio e aquele instinto horroroso de pensar só no próprio umbigo em casa cheia. No confinamento, a comida nunca é só comida, ela vira poder, ofensa, memória e munição moral.

Jonas não tomou só uma punição, tomou uma lapada simbólica daquelas que o público adora guardar para usar no paredão. E Solange, que não nasceu ontem nem anteontem, percebeu na hora onde estava o nervo da história. Em Milão ou no Projac, a regra continua a mesma, pode faltar paciência, pode faltar diplomacia, pode faltar até vergonha, mas faltar comida é pedir para virar vilão com rapidez industrial.

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