Gente! Ainda meio sonolenta, café na mão, óculos escuros na alma, e dei de cara com isso. A Sol perdeu a linha, sim. Perdeu feio. Como assim você atravessa a sala, o jogo e o bom senso pra falar da virgindade de alguém em voz alta, aos quatro cantos da casa, achando que vai passar batido? Aqui fala uma socialite do Cosme Velho, membro honorária do futebol clube, mas confesso sem drama, isso aí não cola. Foi invasivo, deselegante e totalmente fora do tom. Não aprovo, não aplaudo e não finjo que não vi.
Amores, no meio da Prova do Líder, quando todo mundo já está tenso, suado e com o ego pedindo socorro, Sol resolve ir além do jogo e questiona, sem pudor, a virgindade de Milena. Sim, você leu certo. Não foi metáfora, não foi força de expressão, não foi brincadeira infeliz. Foi direto no ponto mais íntimo possível.
Sol deixou claro que não acredita na palavra da colega. Repetiu. Insistiu. Girou no mesmo discurso como quem acha que descrença é argumento forte. Spoiler, não é. A conversa desandou bonito e saiu do campo estratégico direto para o terreno pessoal, aquele onde o público não costuma aliviar.
Milena sacou na hora. Parou a cena e verbalizou o óbvio, isso está indo pro lado pessoal. Porque estava mesmo. Questionar o corpo, a história e a palavra de alguém em praça pública não é leitura de jogo, é falta de limite.

A insistência de Sol virou ladainha. Blá, blá, blá. O jogo ficou pequeno, a fala ficou grande e o constrangimento tomou conta da prova. Veterania nenhuma cobre esse tipo de exposição. Experiência ajuda a jogar, não dá passe livre pra atravessar a intimidade alheia.
No Big Brother Brasil 26, quando alguém diz em voz alta “isso está ficando pessoal”, é porque a linha já foi cruzada faz tempo. E quando a linha é essa, o público anota, comenta e costuma cobrar. Com juros.