Meninas, a treta está servida! A ABC tirou Jimmy Kimmel do ar por tempo indeterminado depois da piadinha nada delicada do apresentador sobre a morte de Charlie Kirk. E não foi só a emissora que pesou a mão: Trump e a turma conservadora pressionaram tanto que a Disney (dona do canal) jogou a toalha.
Trump, que não perde uma chance de cutucar, comemorou a suspensão em sua rede Truth Social como se tivesse ganhado um troféu do Emmy! O presidente ainda fez questão de dar “dicas” para a NBC: que tal cortar também Jimmy Fallon e Seth Meyers? Ah, e claro, lembrou que Stephen Colbert já foi cancelado pela CBS. A obsessão é real!

Mas se Trump vibra, Hollywood está chiando! Os roteiristas da WGA soltaram um textão daqueles dizendo que silenciar vozes é “empobrecer o mundo inteiro”. O SAG-AFTRA, sindicato dos atores, chamou a decisão de “supressão perigosa”. E a Federação de Músicos? Mais afiada que nunca: “Isso é censura estatal!”.
Nos bastidores, a fofoca é que Kimmel está em choque com a rapidez da decisão, mas confiante de que o barulho da indústria vai obrigar a ABC a repensar. Já tem até quem fale em boicote silencioso contra a emissora.
Enquanto isso, Trump segue rindo à toa e colocando cada vez mais lenha nessa fogueira que mistura política, TV e ego de apresentador.