“Oi, sou eu. Eu sou o problema. Sou eu.” Taylor Swift fez o primeiro de seus três shows em São Paulo neste fim de semana começando com a canção “Anti-Hero”, um single de seu último álbum de inéditas, “Midnights”.
Amores, talvez não tenha passado pela cabeça de vocês que os versos desse grande hit ganhou uma outra interpretação após a estreia caótica de sua turnê no Brasil, com a morte de uma fã e o desmaio de mil pessoas devido ao calor no Rio de Janeiro há uma semana.
Segundo uma grande parte do público brasileiro, Swift é o problema de todo esse caos que ocorreu no Rio de Janeiro. Mas, para quem assistia na noite desta sexta-feira (24) à sua primeira apresentação no estádio Allianz Parque afirma que a loirinha do pop americano era mais uma vítima do que uma anti-heroína e que isso são águas passadas para o fandom.
O púbico paulista cantou cada uma das 45 músicas da setlist de três horas de duração a plenos pulmões, mesmo depois de enfrentar horas de fila debaixo da chuva e assistir a outro show de meia hora, o de abertura, com Sabrina Carpenter, uma novata do pop que tem Swift como madrinha.
Os fãs não culpam artista pela morte da estudante de psicologia Ana Clara Benevides, de 23 anos, mas eles se incomodam com o silêncio que a artista fez diante da inação da T4F. Sem assistência, a família de Benevides precisou fazer uma vaquinha para levar seu corpo de volta a Mato Grosso do Sul, onde vivia.