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Kátia Flávia
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Santa Teresa MGallery aposta em pato francês no Brunch de Páscoa no Rio

O hotel mais charmoso de Santa Teresa troca o bacalhau tradicional por canard au maïs no restaurante Térèze, com BBQ no jardim e brunch no domingo de Páscoa. E eu, aqui em Roma, precisei engolir em seco.

Kátia Flávia

28/03/2026 9h30

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Canard au maïs, prato especial da Páscoa. (Crédito: Santiago Harte)

Estava terminando minha caminhada matinal aqui em Roma, já pensando no almoço, quando uma amiga me ligou contando sobre a programação de Páscoa do Santa Teresa MGallery e eu parei no meio da rua porque canard au maïs, pato com creme de milho, numa mesa de Semana Santa no Rio de Janeiro, é uma decisão editorial gastronômica que merece coluna própria. O restaurante Térèze vai servir o prato nos dias 4 e 5 de abril, no almoço e no jantar, como criação exclusiva de Páscoa que abandona o bacalhau de vez e aposta na herança francesa da marca com ingrediente brasileiro como protagonista.

A programação completa começa na Sexta-feira Santa, dia 3, com o BBQ no Jardim que já virou tradição da casa, das 12h às 16h, com cortes na brasa e clima descontraído no ar livre de Santa Teresa. No domingo de Páscoa, dia 5, o formato vira Brunch com a mesma faixa de horário, unindo o melhor dos dois mundos numa mesa que promete reunir hóspedes, moradores do bairro e visitantes que sabem que aquele endereço no Rio tem um nível de curadoria gastronômica que poucos hotéis brasileiros alcançam. Os ingressos partem de R$120 mais taxas.
Nas redes, o prato já circula com foto e o perfil do hotel está sendo marcado por influenciadores de gastronomia desde que a programação vazou, com comentários sobre a combinação pato e milho que dividem quem é purista de Páscoa e quem abraçou a proposta sem pestanejar.

O que eu enxergo aqui é um hotel que entendeu que Semana Santa no Rio pode ter sotaque francês sem perder o charme carioca, e que uma mesa bem pensada gera mais desejo do que qualquer promoção de feriado. Santa Teresa já é cenário, já é experiência, e o Térèze só precisou colocar o pato no centro do prato para fechar o argumento.
Pato com creme de milho em Santa Teresa na Páscoa, e eu estou aqui em Roma olhando para a minha carbonara com um sentimento que só pode ser chamado de inveja produtiva.​​​​​​​​​​​​​​​​

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