Amigos, estou ligando pro Alok desesperadaaaa! O Rock in Rio 2026 resolveu começar o jogo pesado e anunciou uma noite no Palco Mundo que já nasce com cara de evento histórico. Dia 11 de setembro, a Cidade do Rock vai receber Alok em um espetáculo pensado milimetricamente para impressionar e, logo depois, HWASA fazendo sua estreia no festival e no Brasil.
Alok chega ao Rock in Rio com aquele discurso silencioso que ele domina bem, o de quem não precisa provar mais nada. Depois de transformar Copacabana em céu coreografado com drones, ele agora leva para a Cidade do Rock uma versão inédita do projeto Keep Art Human. Estamos falando de 1.500 drones, balé sincronizado, cenografia integrada ao LED gigante do Palco Mundo e uma experiência audiovisual desenhada especialmente para o festival. Não é DJ set comum, é show para ser visto de longe, de perto e em vídeo aéreo.

E antes dele, entra em cena HWASA. Sim, a Solo Queen. Integrante do MAMAMOO, dona de uma presença de palco que mistura ousadia, potência vocal e confiança absoluta. Ela estreia no Rock in Rio carregando um repertório que passeia pelo K-pop com R&B, soul, hip hop e pop latino, tudo embalado por coreografias fortes e vocais que não pedem licença. No setlist, hits como “TWIT”, “Maria”, “I Love My Body” e “Good Goodbye”, essa última mais emocional, mais madura, quase um fechamento de ciclo artístico.
Eu adoro quando o Rock in Rio faz isso, junta mundos que aparentemente não conversam, mas que na prática falam a mesma língua do espetáculo. O K-pop entra com sua precisão estética e apelo visual. A música eletrônica entra com tecnologia, escala e impacto. Resultado, uma noite que promete ir muito além do som.

Essa edição de 2026 já nasce com discurso grande. Palco Mundo totalmente reformulado, 2.400 metros quadrados de painéis de LED, pista de dança ampliada, retorno do espetáculo aéreo The Flight e até uma área gastronômica com curadoria de chef premiado. Tudo pensado para transformar o festival numa experiência que começa no show e termina na memória.
Rock in Rio sempre gostou de grandiosidade, mas aqui tem uma camada a mais. Tem conceito, tem narrativa e tem um recado claro, música hoje também é imagem, tecnologia e identidade. E nessa noite, com Alok e HWASA, o festival parece disposto a lembrar todo mundo disso.
Se era para chamar atenção logo no anúncio, conseguiu. Agora é esperar setembro chegar e ver a Cidade do Rock virar palco de espetáculo de gente grande.