Estava aqui em Procida, aquela ilha cor de pastel que parece pintura de criança feliz, tomando um limonello e tentando relaxar, quando chegou o release do Rock in Rio e minha pressão subiu de vez. Setembro de 2026, Cidade do Rock, linha completa, show inédito e ingresso a R$ 870 a inteira. O Brasil não descansa e eu também não.

O festival confirmou o espetáculo ECCO, criado exclusivamente para o Rock in Rio pelo grupo LightWire, que viralizou no mundo todo ao receber o Golden Buzzer de Simon Cowell no America’s Got Talent de 2025. O show é uma imersão sensorial 360 graus com mais de 20 artistas em cena, figurinos luminosos de fibra ótica, painel de LED de 16×8 metros, coreografias em blackout total, aroma, vento, gelo seco e som imersivo 9.1.4. Cinco sessões diárias para até mil pessoas cada. Patrocínio da Vale, com mensagem sobre conservação da floresta. Arte, tecnologia e consciência ambiental numa só noite.
O line-up já divulgado é do tipo que faz grupo de família parar de brigar: Foo Fighters e Elton John no Palco Mundo, Avenged Sevenfold, Machine Gun Kelly e Bring Me The Horizon no dia 5, Stray Kids e Maroon 5 no segundo fim de semana, J Balvin, Demi Lovato e Pedro Sampaio dividindo palco no dia 12. No Espaço Favela, Belo, Xamã, MC Cabelinho, Timbalada e DENNIS. O Palco Sunset tem Capital Inicial com Dado Villa-Lobos, Mumford and Sons e Jamiroquai. Alguém nessa casa não tem gosto musical definido e eu acho isso lindo.

A pré-venda começa em 19 de maio para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club, com desconto de 15% no cartão do banco, parcelamento em até 8 vezes sem juros e limite de dois ingressos por CPF por dia. A venda geral abre em 26 de maio, ao meio-dia, pela Ticketmaster, com ingresso a R$ 870 a inteira, R$ 435 meia-entrada e R$ 739,50 para cliente Itaú. Quem tem o Rock in Rio Card tem até 25 de maio para escolher o dia, sem risco de esgotamento no período.
O Rock in Rio Card esgotou em menos de uma hora quando foi lançado e o festival retorna em setembro com 2.400 metros quadrados de painéis de LED no Palco Mundo, New Dance Order com cenografia nova de 56 metros de largura, The Flight de volta, curadoria gastronômica do chef Pedro Siqueira e 756 disparos de fogos diurnos. Quarenta e um anos depois da primeira edição, Roberto Medina continua fazendo a Fábrica de Sonhos funcionar. E eu continuo aqui, em Procida, planejando minha volta ao Brasil em setembro.