Gente, eu estava entrando no carro atrasadíssima para a academia no Leblon quando fui entender essa história, que parou Barretos! Parei. Voltei. Li de novo. Uma dedada. O negócio teria começado com uma brincadeira, alguém se irritou e, quando eu percebi, já tinha ex-funcionário, patrão, AgroTaigo, print de WhatsApp, acusação e ameaça de processo. Meu personal que lute.
A confusão envolve Rincon e um ex-filmmaker, que foi às redes sociais reclamar das condições de trabalho. Ele afirmou que as demandas do antigo patrão teriam “quase o matado” e defendeu que emprego nenhum vale a própria saúde e o bem-estar.

Rincon rebateu. Segundo o relato divulgado, ele atribuiu o estado do rapaz ao uso de drogas, e não ao trabalho. O ex-filmmaker, por sua vez, publicou prints de conversas privadas para sustentar sua versão. Aí, meu amor, a fofoca saiu do térreo e pegou o elevador expresso.
AgroTaigo também aparece no enredo. Em uma das mensagens divulgadas, ele teria dito que iria “bater de reio no lombo” do rapaz. Em outra conversa publicada, Rincon afirmou que tentou ajudá-lo a abandonar as drogas e disse que o atual patrão do ex-filmmaker deveria pagá-lo bem porque, segundo ele, o rapaz iria processá-lo.



E a tal dedada? Nos prints divulgados pelo perfil Daily do Garotinho, aparece uma discussão sobre uma brincadeira durante uma “resenha”. Um dos participantes afirma ter sido atingido no rosto depois de mencionar “a luta de anão” e reclama da cobrança para que pedisse desculpas. Em outro momento da conversa surge a frase que me fez quase cancelar a musculação: “Falou da dedada”.
Eu cheguei à academia do Leblon perplexa. Começou com resenha, apareceu dedada, virou discussão, atravessou relação de trabalho e terminou com acusações gravíssimas expostas na internet. O Brasil não produz fofoca. Produz franquia.