Amores, confesso que adorei a serenidade desse roteiro. Marcos Pitombo chegou à Sapucaí na última noite de desfiles do Grupo Especial acompanhado do namorado, Felipe Kloppel, e mostrou que existe vida emocional equilibrada até em pleno Carnaval do Rio.
No camarote N1, Marcos apareceu sorridente, confortável e visivelmente à vontade, enquanto Felipe observava tudo com aquele ar de quem não precisa disputar espaço com holofote. A noite já estava animada, mas ganhou um tempero internacional quando o assunto Ricky Martin entrou na conversa.
O cantor passou a seguir Pitombo nas redes sociais, e, claro, a internet fez o que sabe fazer. Criou teorias, imaginou cenas e tentou achar conflito onde não havia. Felipe, porém, matou qualquer narrativa de ciúme no nascedouro. Disse que acha ótimo, que vê a relação como amizade, que Ricky é querido e que sente zero ciúmes. Zero mesmo. Nem um sorriso travado para entregar insegurança.
Os dois estão juntos desde maio do ano passado e mantêm uma relação discreta, sem esconder, mas também sem transformar tudo em espetáculo. Felipe prefere ficar longe das câmeras, acompanha o namorado com tranquilidade e entende perfeitamente a exposição que vem junto com a profissão de ator.
Formado em Relações Internacionais, com carreira fora do meio artístico e passagem por multinacionais, Felipe leva uma vida bem distante da lógica de camarote e manchete. Ele aparece quando faz sentido, some quando quer e não disputa protagonismo nem com o Carnaval, nem com Ricky Martin.
Marcos, por sua vez, assumiu publicamente um relacionamento homoafetivo pela primeira vez em 2023 e, desde então, parece cada vez mais confortável com a própria história. Na Sapucaí, não teve discurso, não teve bandeira levantada, não teve pose ensaiada. Teve só um casal curtindo o Carnaval, respondendo com elegância e deixando a internet fazer barulho sozinha.
No fim das contas, o grande escândalo da noite foi justamente a falta dele. Zero ciúmes, zero drama e um Carnaval que passou longe da confusão. Para Kátia Flávia, isso chega a ser revolucionário.