Registro Histórico desembarca em BH após São Paulo esgotar tudo em tempo recorde
Dois dias zerados em horas e fã implorando ingresso nas redes. Agora é Belo Horizonte que entra na rota do espetáculo mais disputado da carreira de Luan Santana.
Kátia Flávia
15/01/2026 15h30
Dois dias zerados em horas e fã implorando ingresso nas redes. Agora é Belo Horizonte que entra na rota do espetáculo mais disputado da carreira de Luan Santana.
São Paulo mal teve tempo de respirar. Dois shows no Allianz Parque, ingressos evaporados em poucas horas e uma sensação clara no ar: quem ficou de fora, ficou mesmo. Foi nesse clima de caos organizado que Luan Santana confirmou Belo Horizonte como a segunda cidade a receber o espetáculo Registro Histórico, marcado para o dia 21 de março, na Arena MRV.
A escolha de BH não veio por acaso. A cidade entra oficialmente no mapa de um projeto que virou assunto nacional, daqueles que geram fila virtual, desespero em grupo de WhatsApp e stories com a frase “procuro ingresso”. As vendas já estão abertas pela plataforma Q2 Ingressos e o histórico recente deixa um recado simples: quem pensa demais, assiste depois pela internet.
Foto: Alisson Demetrio
O que aconteceu em São Paulo foi mais do que casa cheia. Foram duas datas esgotadas em tempo recorde, incluindo um show especial no aniversário do cantor, com clima de celebração coletiva e público cantando antes mesmo da primeira nota. Esse mesmo pacote emocional agora desembarca em Minas, sem versão reduzida e sem promessa morna.
Registro Histórico coloca Luan Santana diante da própria trajetória, com segurança e sem nostalgia forçada. O espetáculo percorre fases da carreira, alterna intensidade, provoca memória afetiva e mantém a plateia presa do início ao fim com uma produção pensada para arenas grandes e público gigante.
Foto: Caio Mayer
No palco, a estrutura impõe respeito. Passarela em formato de S, painéis de LED dominando o visual e uma narrativa que guia o público com ritmo e intenção. No repertório, entram músicas que atravessaram gerações e continuam funcionando em coro alto, como Meteoro da Paixão, Te Vivo, Escreve Aí, Garotas Não Merecem Chorar, Dia, Lugar e Hora, além de outras que ajudam a contar essa história ao vivo.
O primeiro impacto do projeto aconteceu em Curitiba, durante a gravação do audiovisual, com duas apresentações esgotadas e mais de 70 mil pessoas. Desde então, a repercussão só cresceu, puxada pela entrega artística e pela conexão direta com quem está na plateia.
Agora é a vez de Belo Horizonte entrar nesse capítulo. E, se São Paulo serviu de aviso, a regra é clara: quem quer ver de perto, corre.