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Kátia Flávia
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Reforma milionária agita Águas Correntes Park e turbina área infantil

Parque aquático a 40 minutos de Brasília investe R$ 150 mil na revitalização da Área Acqua, troca piso, bar e brinquedos para focar no público infantil e familiar. Dinheiro em cloro rende mais assunto que gala de influencer.

Kátia Flávia

08/06/2026 15h30

O Águas Correntes Park investiu R$ 150 mil para transformar a Área Acqua e reforçar a experiência para crianças e famílias. Diversão, segurança e muito cloro no pacote.

O Águas Correntes Park investiu R$ 150 mil para transformar a Área Acqua e reforçar a experiência para crianças e famílias. Diversão, segurança e muito cloro no pacote.

No alto do Cosme Velho, entre um café com bolo e três áudios atravessados de famosos reclamando de cachê, caiu na minha mesa o release de um parque aquático em Goiás se achando o novo point de família organizada. O Águas Correntes Park, ali na Cidade Ocidental, pertinho de Brasília, decidiu abrir a carteira e mexer justamente na joia da casa, a Área Acqua, espaço pensado para criança e pai cansado que quer foto boa pro feed. Quando eu vi que tinha número, valor e projeto, não era só piscininha azul em folder, liguei o modo coluna na hora.

O parque anuncia um investimento de R$ 150 mil na revitalização da Área Acqua, todo ele voltado ao público infantil e familiar. A reforma inclui troca de piso, escolha de materiais antiderrapantes de alta durabilidade e atenção redobrada à segurança da piscina infantil, que virou ponto de partida da transformação. Até o bar da área foi redesenhado, ganhou novo visual e cardápio adaptado para drinks e bebidas, pensando naquele pai que finge estar relaxando enquanto conta cada mergulho do filho.

Na parte de atrações, o Águas Correntes Park vende o Acqua Park como área de diversão para todas as idades, com escorregadores de diferentes alturas e velocidades, ajustados para crianças a partir de cinco anos. Além disso, há brinquedos interativos com jatos d’água e piscina de profundidade controlada, sob supervisão de salva-vidas, montando o combo “sol, cloro e foto de aniversário temática”. Para quem quer menos grito e mais soneca líquida, o Soláris Park entra com piscinas aquecidas, hidromassagem com jatos direcionáveis, cascatas artificiais e espreguiçadeiras, tudo embrulhado no discurso de relaxamento e bem-estar.

Os mais aventureiros ganham a tal Rampa Aquática, estrutura inclinada com material especial que leva o visitante direto para piscinas de água natural, sem uso de produtos químicos, simulando aquele mergulho em corredeira de filme de tarde. O parque ainda oferece trilha de baixa dificuldade que leva até a Cachoeira Saia Velha e ao Retiro do Templo, área com elementos históricos como roda d’água funcionando, moinho de pedra do século XIX restaurado e gruta com queda d’água, tudo com mirante para foto panorâmica do vale. É a tentativa de juntar aventura instagramável com um pouco de “turismo de história” no mesmo ingresso.

Na base, a operação se sustenta com infraestrutura de apoio bem vendida: estacionamento gratuito e vigiado, vestiários com chuveiros, armários individuais alugados, fraldário com trocadores, quiosques de alimentação, loja de conveniência e posto de primeiros socorros. Segundo o próprio parque, são mais de 800 mil metros quadrados em meio ao Cerrado, 16 piscinas, trilha para a cachoeira e atrações para todas as idades, com direito a passaporte anual e venda de ingresso antecipado pelo site para quem quer fidelizar o cloro do ano inteiro. Se vai virar destino fixo de família de Brasília, a gente acompanha; mas que o parque aprendeu a falar a língua do pai que quer descanso e do filho que quer barulho, ah, isso aprendeu.

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