Amadas, essa história deixou de ser só notícia de celebridade. Virou debate público. A reação de Gil Baloi à gravidez de Juliana Merhy provocou indignação nas redes sociais e reacendeu uma discussão incômoda, mas necessária, sobre apoio emocional e material em gestações de risco.
Em relato ao Portal LeoDias, Juliana contou que, no primeiro momento, o ex-jogador reagiu de forma respeitosa ao saber da gravidez. Ele teria ido até a casa dela, no Rio de Janeiro, demonstrado apoio e falado sobre a possibilidade de formação de família.
A mudança veio depois. Segundo a influenciadora, ao retornar para São Paulo, Gil passou a exigir exame de paternidade, cortou a comunicação e a bloqueou em todas as plataformas. O afastamento teria ocorrido justamente quando Juliana enfrentava uma gestação de alto risco, com diagnóstico de placenta prévia e risco constante de aborto.
Nos relatos, Juliana afirma que o abandono emocional desencadeou crises severas de ansiedade, taquicardia e um quadro depressivo que exigiu medicação. Em um contexto de gravidez delicada, o impacto psicológico se tornou também um fator de risco à saúde física, tanto dela quanto do bebê.
Mesmo após a confirmação da paternidade por exame de DNA, ela sustenta que Gil e sua equipe jurídica seguem ignorando necessidades básicas da criança, que já está no sétimo mês de gestação. A ausência, segundo ela, não é apenas financeira, mas humana.
A repercussão foi imediata. Internautas destacaram que a falta de apoio em um momento de fragilidade extrema não pode ser tratada como questão privada, especialmente quando envolve uma gestação de risco. Comentários ressaltaram a importância de responsabilidade paterna e criticaram o silêncio prolongado do ex-jogador.
Juliana também divulgou uma gravação atribuída a Gil Baloi, reforçando que o relacionamento entre os dois era estável e público antes da gravidez, o que intensificou o contraste com a postura adotada após o anúncio.
Até o fechamento desta matéria, Gil Baloi não havia se manifestado publicamente sobre as acusações, e sua assessoria não respondeu aos pedidos de posicionamento. Juliana afirma que segue focada em preservar sua saúde física e emocional, além de buscar na Justiça as garantias necessárias para o bebê.
Essa não é uma história sobre exposição gratuita. É sobre responsabilidade, cuidado e o peso do silêncio quando uma mulher atravessa sozinha uma gestação de risco.