Fábio Porchat abriu a nova fase do “Que História É Essa, Porchat?” numa edição ao vivo, direto dos Estúdios Globo, com Gil do Vigor, Isis Valverde e Luana Martau soltando alguns dos causos mais engraçados que guardavam. O detalhe que mais me interessou é que o programa escolheu justamente o ao vivo para estrear a temporada, formato em que ninguém edita depois o que o convidado deixou escapar.
Champanhe gelada no La Paloma, jardim de San Lorenzo, aquele almoço em Ibiza que começa ao meio-dia e termina quando alguém lembra que existe relógio. Tentei falar com o Porchat três vezes e nada. Óbvio que não. O homem estava ocupado montando a volta do programa dele enquanto eu ficava aqui olhando para a tela do celular como adolescente esperando retorno.

Quem me contou tudo foi outra fonte, e a informação é das boas. O “Que História É Essa, Porchat?” voltou ao GNT e ao Globoplay em edição excepcionalmente ao vivo, às 21h45, direto dos Estúdios Globo. Para abrir a temporada, o anfitrião chamou ao palco o apresentador Gil do Vigor e as atrizes Isis Valverde e Luana Martau.
Escalação de peso, e nenhuma delas é figura tímida quando o assunto é contar história. Gil do Vigor avisou que já viveu cada situação nessa vida que nem ele acredita quando começa a narrar. Disse ainda que participar do programa é uma experiência deliciosa, porque é onde consegue rir das partes engraçadas da própria trajetória e relembrar momentos marcantes. Traduzindo para o meu idioma, o rapaz foi para lá com material.
Fábio Porchat, que sabe exatamente o tamanho do que tem em mãos, adiantou que ainda há muita história para contar nesta temporada e que a lista reúne diversos convidados inéditos. A programação segue às terças-feiras, sempre às 21h45, no GNT e no Globoplay. Na TV Globo, a atração vai ao ar às quintas-feiras, logo depois de “Pablo e Luisão”.

A ficha técnica também explica o tom da casa. A produção é da Porta dos Fundos, a direção é de Gigi Soares e o roteiro final é de Paula Miller. Programa de causos com gente que trabalha com humor profissionalmente costuma render muito mais do lado do bastidor do que do lado do palco.
Eu, honestamente, fiquei curiosa com a escolha do ao vivo logo na estreia. Convidado solto, plateia rindo, ninguém podendo cortar nada depois. Se alguém contou história demais ontem, agora está contada. Continuo aqui com a minha taça esperando o Porchat me retornar para saber quem passou do ponto.