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Kátia Flávia
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“Por ele a gente estava numa kitnet em Pirituba”, dispara Karoline Lima após pensão exposta

A influenciadora usou suas redes sociais para se defender e dizer que teve que lutar para garantir o direito da filha

Kátia Flávia

27/05/2024 10h15

A influenciadora usou suas redes sociais para se defender e dizer que teve que lutar para garantir o direito da filha

Muitas mães ficaram do lado de Karoline Lima, que abriu o seu coração e contou que teve que lutar para receber uma pensão gorda que é direito de sua filha, Cecília, com Éder Militão. Segundo o colunista Leo Dias, Militão estaria desembolsando R$ 25.400 todos os meses para a filha.

A influenciadora digital expôs os gastos que tem com a pequena com prints de conversas, além de revelar o valor da pensão que recebe do ex, R$ 10 mil: “Eu falei que o bom padrão de vida da minha filha, quem proporcionava era eu, e não o pai milionário”, ela disparou revoltada com os rumores sobre o jogador do Real Madrid.

“Sabe o apartamento maravilhoso que mora em São Paulo e o quartinho da Cecília, coisa mais linda, de revista? Quem mobiliou fui eu. Sabe o meu aluguel? R$ 37 mil. O que ele me ofereceu para ajudar foi R$ 8 mil, e eu consegui R$ 10 mil com muita luta e muita humilhação”, Karoline revelou que também arca com o aluguel.

Na sequência, ela contou que o jogador sugeriu que ela morasse em uma kitnet com a bebê, mas prezou pelo conforto e seguranć: “Vocês sabem que só escolhi morar onde eu moro, que é um lugar com segurança, conforto e boa qualidade e vida, porque por ele a gente estava morando em Pirituba, morando numa kitnet”, completou.

“Ele me falou que eu deveria achar ótimo ele me oferecer a casa lá no subúrbio de Pirituba porque ele tinha me tirado de uma kitnet”, disse a influenciadora, que ainda detalhou como funciona o pagamento da pensão. Segundo Karoline, o jogador transfere o dinheiro diretamente para o pagamento de serviços e funcionários, assim ela não tem acesso aos valores.

“Ele paga, ou deveria pagar, todos os funcionários diretamente para os profissionais. Eu não tenho acesso a esse dinheiro, que vai direto para os funcionários. Mas isso é uma forma de manipulação porque, da mesma forma que ele pode pagar, pode a qualquer momento cortar numa tentativa de me prejudicar, me atingir”, ela desabafou.

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