Ai, gente, segura essa cena comigo porque eu estou vivendo. Estou aqui, abanando o coração, ajeitando o cabelo imaginário e pensando “olha ela”. A minha humorista predileta, minha íntima sem nunca ter tomado café comigo, minha Tata, minha Schneider, minha Lô. Aquela que fala o que pensa, ri do próprio caos e ainda te faz rir do seu. E agora vem aí a segunda temporada, sim, porque quando o talento senta no divã, ele não pede licença, ele fica.
Ela fez 30. E decidiu comemorar trabalhando, falando demais e colocando gente no divã. Pequena Lô estreia a segunda temporada de No Divã da Lô no dia 22 de janeiro, às 20h, no LIKE+. Serão cinco episódios inéditos, com convidados especiais e aquele clima que mistura risada, confissão e climão controlado.

O episódio de estreia recebe Erika Hilton. O papo passa por vida pessoal, política, exposição pública e aqueles temas que todo mundo comenta no grupo, mas finge que não pensa. Pequena Lô conduz do jeito dela, pergunta direta, humor ácido e zero paciência para resposta ensaiada.
A nova temporada mantém a base que funcionou, entrevistas fora do script, desafios inesperados e uma condução que parece despretensiosa, mas sabe exatamente onde apertar. Psicanálise informal, daquelas que ri primeiro e pensa depois.

Entre as novidades está a reformulação do quadro Divã da Rô. Agora o público manda os dramas e recebe análise sem açúcar. Mandou bem ou fez besteira, Lô avisa. Sem filtro e sem abraço no final.
O quadro Entrevista na Balada continua, com convidados respondendo perguntas enquanto tentam se concentrar ouvindo música alta no fone. Tem também o jogo do choque, porque nada revela mais alguém do que opinião dada sob pressão. Literal.
O programa segue em parceria com a Mynd, marcando um novo momento da carreira de Pequena Lô, que chega aos 30 mais segura, mais afiada e com menos disposição para conversa óbvia.