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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Pedro cansa a casa no BBB 26 ao repetir traição pela sétima vez e empurra esposa grávida a se posicionar

A confissão virou obsessão dentro do jogo. Fora da casa, Rayne falou porque a insistência passou do ponto e começou a virar desgaste público.

Kátia Flávia

16/01/2026 8h15

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O participante Pedro Henrique Espíndola, do BBB 26, expôs que já traiu Rayne Luiza, com quem é casado. Foto: reprodução/Instagram

Pedro conseguiu um feito raro no BBB 26. Não foi liderança, não foi prova, não foi estratégia. Foi cansaço coletivo. Dentro da casa, ele já repetiu de seis a sete vezes que traiu a esposa. A história, que poderia ter sido pontual, virou trilha sonora involuntária do confinamento. Toda hora, em qualquer canto, lá vem Pedro com a mesma confissão, como se estivesse em looping eterno.

O problema não é o passado. O problema é a reincidência verbal. Os colegas já demonstram incômodo, o clima trava e a paciência acabou faz tempo. A casa inteira já entendeu a história. Só Pedro parece não ter percebido que repetir não torna nada mais aceitável, só mais constrangedor.

A insistência começou a gerar atrito direto. O assunto já rendeu embate, inclusive com Ana Paula Renault, que não engoliu mais o discurso mastigado e deixou claro que o tema virou desgaste, não desabafo.

Enquanto isso, fora da casa, Rayne assistia tudo virar pauta recorrente. Grávida de sete meses, ela viu sua intimidade ser usada como narrativa constante dentro de um reality que não dá direito a réplica em tempo real. A decisão de se posicionar não veio por vaidade nem por holofote. Veio porque a situação ficou chata, pesada e desnecessária.

Nos stories, Rayne foi cirúrgica. Disse que vive um momento delicado, que está cuidando da própria saúde emocional, da família e que vai falar quando achar certo. Sem espetáculo. Sem ataque. Um recado curto, elegante e cheio de subtexto. Chega.

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Rayne se pronunciou nos stories do Instagram.

Pedro seguiu falando. Já contou, já explicou, já reforçou que foi perdoado e ainda soltou que não aceitaria a mesma situação se estivesse do outro lado. A repetição virou ruído. O ruído virou rejeição. E o jogo começou a escorrer pelos dedos.

A equipe tentou conter com nota oficial, falando em erro no início da relação, imaturidade, reconstrução e evolução pessoal. O texto saiu redondo, mas o público já estava em outro capítulo. Ninguém mais discute o que aconteceu anos atrás. O incômodo está no agora, na falta de filtro e no desgaste provocado por quem não percebe a hora de parar.

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