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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Pedra fundamental, coração gigante e teto verde Goiânia vira passarela da solidariedade com a nova Casa Ronald McDonald

Não é só obra, é gesto grande, dinheiro bem colocado e acolhimento que vira política de cuidado.

Kátia Flávia

15/12/2025 17h45

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Imagem da Projeção da Casa Ronald McDonald Goiânia. Foto: divulgação

Amadas , estou emocionada aqui , Goiânia recebe a primeira Casa Ronald McDonald verde do sistema global e o roteiro é daqueles que fazem o social bater palma sem culpa. Pedra fundamental lançada, futuro assinado e um recado claro ao país. A solidariedade também sabe planejar, investir e entregar.

A nova Casa Ronald McDonald Goiânia nasce grande. Grande no tamanho, grande no conceito e gigante no propósito. São cerca de R$ 25 milhões investidos para erguer um complexo que une Casa Ronald e Espaço da Família no mesmo endereço. Inédito. O tipo de integração que não aparece todo dia e que muda a vida real de quem atravessa longos tratamentos oncológicos.

Localização estratégica, colada ao CORA, o Centro de Oncologia e Hematologia Pediátrica de Referência. Nada de romantizar distância. Aqui a lógica é ficar perto, facilitar, reduzir desgaste e devolver tempo às famílias. Tempo, hoje, é luxo.

O projeto vem com 22 apartamentos mobiliados, refeitório, lavanderia, biblioteca, brinquedoteca, jardins integrados e toda a estrutura pensada para acolher sem improviso. Não é favor, é direito sendo respeitado com elegância e método.

E atenção para o detalhe que faz a elite do bem levantar a sobrancelha. Sustentabilidade levada a sério. Telhado verde, reuso de água, eficiência energética, materiais ecoeficientes. A primeira Casa Ronald McDonald do Brasil construída do zero com práticas modernas e alinhada ao que há de mais avançado no mundo. Social que pensa no agora e no depois.

O apoio do Governo de Goiás entra como peça-chave, junto ao patrocínio da MBRF, mostrando que quando poder público e iniciativa privada param de competir por holofote e resolvem trabalhar juntos, o resultado aparece. Sem discurso vazio, com entrega concreta.

As falas institucionais não ficam no protocolo. Elas carregam convicção. A presidente da MBRF deixa claro que não se trata de obra, mas de propósito coletivo. A CEO do Instituto Ronald McDonald amplia o olhar. Goiânia vira símbolo. Símbolo de cuidado, de eficiência e de como acolher também é fazer política pública de verdade.

E tem mais. O espaço ainda traz o modelo day use, uma modalidade inédita no país. A família não precisa se hospedar para ser acolhida. Pode chegar, cuidar, descansar e seguir. Simples assim. Humanamente assim.

No fim, Euzinha observo e concluo. Enquanto muita gente discute solidariedade em mesa de bar e post de rede social, tem gente levantando parede, abrindo porta e preparando cama. Goiânia entra no mapa do mundo não por vaidade, mas por humanidade. E isso, convenhamos, é o verdadeiro luxo.

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