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Kátia Flávia
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Pai denuncia falhas médicas, filha morre horas depois: o caso Isabel Veloso aos 19 anos

Isabel Veloso morreu neste último sábado , aos 19 anos, após lutar contra um câncer desde os 15. Pouco antes da morte, o pai fez um desabafo público denunciando falhas no atendimento durante a internação em UTI e pedindo mais atenção médica.

Kátia Flávia

11/01/2026 11h35

Isabel Veloso morreu neste último sábado , aos 19 anos, após lutar contra um câncer desde os 15. Pouco antes da morte, o pai fez um desabafo público denunciando falhas no atendimento durante a internação em UTI e pedindo mais atenção médica.

A morte de Isabel Veloso não chega sozinha. Ela chega com contexto. Chega com ruído. Chega com um texto escrito por um pai antes do fim, quando ainda havia esperança, ainda havia respiração, ainda havia pedido.
E isso muda tudo.

Isabel Veloso morreu neste sábado, 10/01 , aos 19 anos. Ela lutava contra um câncer agressivo desde a adolescência e estava internada em estado grave.

Horas antes do óbito ser confirmado, o pai de Isabel usou as redes sociais para expressar preocupação com a condução do tratamento da filha na UTI. Ele falou em falta de acompanhamento mais atento, citou especificamente a área de hematologia e disse estar cansado de ouvir que “não tem jeito”.

Foto: Reprodução Instagram

Isso não foi publicado depois, no calor do luto.
Foi escrito com a filha viva.

E aqui, amiga, a cena muda de tom. Porque quando um pai sente a necessidade de tornar pública a própria angústia enquanto a filha está internada, algo ali já estava quebrado.
“Ela é mais do que um caso clínico”

O pai pediu providências urgentes, atenção integral e responsabilidade. Disse que o silêncio diante da gravidade não podia ser opção. Pediu humanidade. Pediu presença.

Nenhum pai escreve isso querendo exposição. Escreve porque sente que está perdendo o chão.

Até o momento, não há conclusão oficial sobre negligência médica.
O que existe é um relato público, forte, direto e documentado, feito em tempo real por um familiar.

Com a confirmação do falecimento, o texto do pai passou a circular com ainda mais força. O que antes era pedido virou questionamento nacional. O que era angústia virou debate público.

E a internet, que durante a doença já havia tratado Isabel com desconfiança, agora tenta correr atrás do próprio atraso emocional.

O que fica?
Fica uma jovem que morreu cedo demais.
Fica um pai que pediu atenção antes do fim.
Fica uma família em luto.
E fica uma pergunta incômoda, daquelas que não dão like fácil:

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