Estava eu aqui em Santa Teresa, tomando vinho com as amigas numa tarde preguiçosa de quinta-feira, achando que outubro ainda era coisa de outro mundo, quando o celular explodiu com a assessoria da Pabllo Vittar na minha caixa de entrada. Halloween da Pabllo 2026, seis cidades, turnê nacional. Gente, maio. Estamos em maio. Jogaram isso na minha vida como se eu fosse uma pessoa organizada.
O fato é que Pabllo Vittar oficializou a maior versão do Halloween da Pabllo até hoje. A festa que começou particular e virou evento se expande agora para São Paulo, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Natal e Belo Horizonte ao longo de todo o mês de outubro. Porto Alegre, Recife, Natal e BH recebem o baile pela primeira vez na história, o que faz desse Halloween uma declaração de poder artístico bem clara.

O circuito começa em 3 de outubro na Vibra São Paulo, passa pela Arena Opus de Floripa no dia 9, pela Fly 51 em Porto Alegre no dia 17, pela Classic Hall em Recife no dia 23, pelo Teatro Riachuelo em Natal no dia 24 e fecha na Serraria Souza Pinto em Belo Horizonte no dia 31. A pré-venda começa segunda-feira, 1º de junho, para fã-clube e Clube Opus, e as vendas gerais abrem na terça, 2 de junho, em halloweendapabllo.com.br.
O problema, minhas caras, é que eu, Kátia Flávia, não estarei no Brasil em outubro. Itinerário seleto, agenda de socialite internacional, sem possibilidade de negociação. Mas olha, eu já mandei mensagem para a Pabllo. Deixei no direct, deixei no WhatsApp da equipe, mandei até um áudio ridículo que vou negar até o fim da minha vida. Algum show tem que ter uma data que eu consiga encaixar. Tem que ter.

A Pabllo já avisou que quer ver os fãs fantasiados e que já está pensando nos looks. Eu acredito. Acredito porque conheço a criatura e sei que essa mulher planeja figurino com a seriedade que outras pessoas planejam cirurgia. O Halloween da Pabllo não é festa, é religião. E a Kátia, mesmo de longe e em desespero logístico, já está rezando.