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Kátia Flávia
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Osteoporose, doença predominantemente feminina, pode afetar a saúde dos quadris e causar dependência

O ortopedista Dr. Mateus Jerônimo chama atenção para os riscos e complicações associados a osteoporose.

Kátia Flávia

20/03/2026 16h00

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“Pode acontecer até com quedas leves ou, em casos mais avançados, sem trauma significativo”, alerta o médico. (Foto: Divulgação)

A osteoporose, enfermidade que acomete principalmente as mulheres, pode causar problemas importantes no quadril, principalmente por deixar os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas.

Segundo Ministério da Saúde, estima-se que cerca de 50% das mulheres e 20% dos homens a partir de 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida, sendo que acima de 70 anos essa taxa de 50% afeta ambos os sexos

De acordo com o médico ortopedista e especialista em quadril, Dr. Mateus Jerônimo, entre as complicações que podem ocorrer em um quadro de osteoporose é uma fratura de quadril (fêmur proximal), mais comum e grave. “Pode acontecer até com quedas leves ou, em casos mais avançados, sem trauma significativo”, alerta o médico.
Entre outros problemas estão as dores no quadril ou na virilha que pode indicar microfraturas ou desgaste ósseo; dificuldade para andar: após uma fratura ou pela dor persistente; e perda de mobilidade, especialmente em idosos, o que pode levar à dependência.
Sendo Jerônimo, entre os sinais de alerta mais comuns estão dores súbitas na região após uma queda; dificuldade ou incapacidade de ficar em pé e o encurtamento ou rotação da perna.
“A primeira medida é procurar a ajuda de um médico especialista que pode pedir exames como, por exemplo, densitometria óssea, além de tratamentos adequados com suplementação com cálcio, vitamina D e medicamentos específicos e ainda um planejamento de prevenção de quedas”, complementa o médico.

Dr. Mateus Jerônimo

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Foto: Divulgação


Especializado em prótese total do quadril, o médico realiza cirurgias em hospitais de excelência como Sírio-Libanês, Vila Nova Star, Beneficência Portuguesa, Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Santa Casa de Santos.
É membro titular da Sociedade Brasileira de Quadril (SBQ) e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).
Foi coordenador de ortopedia em hospitais de referência. Além da prótese do quadril, tem experiência em cirurgias complexas da pelve e do acetábulo, área restrita a poucos especialistas.
Ao longo de sua formação, também serviu como médico no Exército Brasileiro e no Batalhão da Guarda Presidencial.

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