Amadas, quando Neymar fala em transporte, ele não está pensando em Uber Black. Ele está falando de céu, pista privada e garagem de filme.
O brinquedo mais recente e mais comentado é o avião particular, avaliado em mais de R$ 300 milhões. Um jatinho de luxo, configurado sob medida, com autonomia para voos internacionais, interior digno de estrela global e conforto pensado para quem não aceita escala nem aperto. É avião pra cruzar continentes e também pra deixar claro quem manda no jogo fora do campo.

Como se não bastasse voar, Neymar também desfila pelo céu de helicóptero. O modelo é personalizado, com pintura exclusiva e interior de alto padrão. Serve pra fugir do trânsito, chegar em festas, treinos e mansões sem passar pelo mundo real. Convenhamos, conveniência milionária é outro nível.

E aí vem o delírio máximo. O carro do Batman. Sim, o Batmóvel. Uma réplica funcional, inspirada no veículo dos filmes, avaliada em milhões, que não é exatamente prática, mas é absolutamente simbólica. Não é sobre mobilidade. É sobre ego, fantasia e a certeza de que ele pode transformar infância em garagem.
Enquanto muitos investem em imóveis ou aplicações discretas, Neymar investe em espetáculo. Seus brinquedos não são silenciosos, não são modestos e não pedem aprovação. Eles existem para impressionar, provocar e virar manchete.

Resumo sem anestesia. Neymar não compra só luxo. Ele compra narrativa. Avião pra voar alto, helicóptero pra chegar antes e Batmóvel pra mostrar que, no universo dele, até super-herói é item de garagem.
Agora, se isso é exagero ou genialidade, fica por conta de quem olha. Uma coisa é certa. Ignorar, ninguém consegue.