Marcelo Serrado relatou uma experiência que definiu como sobrenatural durante uma viagem de carro entre o interior de São Paulo e o Rio de Janeiro. O ator contou que escapou de um acidente na Via Dutra após desviar rapidamente pelo acostamento e afirmou ter sentido que não conduziu o veículo sozinho naquele momento.
Eu já tinha sobrevivido à crema catalana, pedido um café espresso e estava calculando se ainda cabia uma taça antes da balada em Ibiza, quando Marcelo Serrado apareceu falando de pressentimento, anjo e mão invisível na estrada. Pronto. A noite saiu do jantar mediterrâneo e entrou direto no quadro “sinais que a gente respeita”.

Segundo o ator, tudo começou antes mesmo de ele pegar a estrada. Marcelo disse que sentiu algo diferente, como se uma voz o alertasse para prestar atenção. “Como a gente tem que acreditar nos sinais e na nossa intuição. Eu senti alguma coisa antes da viagem, falando alguma coisa no meu ouvido”, afirmou.
Já na Rodovia Presidente Dutra, Serrado percebeu que os carros à frente reduziram a velocidade de forma brusca. Ele contou que dirigia sozinho, dentro do limite da via, a cerca de 100 km/h, quando precisou reagir rápido para não bater. A saída foi frear, jogar o carro para o acostamento e depois retornar à pista em segurança.
Nesse momento, eu parei de mexer no guardanapo de linho, porque quem já pegou estrada sabe: tem susto que dura três segundos e fica morando no corpo por três dias. E se a pessoa ainda sai disso convencida de que teve ajuda do além, minha filha, eu não discuto. Eu agradeço junto e sigo bebendo água com gás.
“Eu senti, juro por Deus, que não era minha mão desviando o carro. Alguma coisa, algum anjo, alguma entidade, alguma força me fez fazer isso rapidamente. E eu segui em frente. Estou aqui hoje”, declarou Marcelo.
Depois do susto, o ator disse que passou a refletir sobre fé, intuição e fragilidade da vida. “A gente fica fazendo tantos planos e criando tantos problemas na vida”, afirmou. Ele também incentivou os seguidores a ouvirem os próprios sinais e a considerarem que existem coisas que fogem da explicação racional.

“Como a gente tem que ouvir os sinais e saber que tem alguma coisa aí. Se você acha que não tem, amigo, comece a pensar que tem muita coisa que a gente não sabe explicar, que está do nosso lado e nos protegendo”, concluiu.
Eu paguei a conta olhando duas vezes para a rua antes de atravessar, porque a pauta mexe com a gente. Marcelo Serrado saiu da Dutra com um relato de livramento, um vídeo para os seguidores e uma certeza íntima: naquele segundo, ele acredita que não estava sozinho. E, convenhamos, entre um acostamento e uma batida, se veio anjo, entidade ou reflexo bom, que venha sempre com carteira de motorista em dia.