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Kátia Flávia
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Mulher que agrediu casal gay em padaria é presa por atropelar pedestre no centro de São Paulo 

Os policiais notaram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas a mulher se negou realizar o teste do bafômetro.

Kátia Flávia

20/06/2024 17h30

Os policiais notaram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas a mulher se negou realizar o teste do bafômetro.

Gente, vocês lembram daquela mulher que foi acusada de agredir um casal gay em uma padaria no bairro de Santa Cecília, em São Paulo? Pois, parece que ela foi presa em flagrante por lesão corporal, depois de atropelado um homem, na madrugada de sexta-feira, 14, na Barra Funda, zona oeste da capital. O atropelamento ocorreu na Avenida Francisco Matarazzo. 

De acordo com a polícia, Jaqueline Santos Ludovico fugiu sem prestar socorro a vítima depois de atingi-la com seu carro, mas acabou retornando ao local e foi presa em flagrante. Os policiais notaram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas se recusou a fazer ao teste do bafômetro. 

Câmeras de monitoramento flagraram o exato momento atropelamento. Nas imagens, podemos ver quando o homem sinaliza para a motorista do carro que está sobre a faixa de pedestre. Ainda assim, o veículo não freia e acaba atropelando o pedestre. A mulher que dirigia o carro seguiu adiante com o veículo, mas depois retornou acompanhada de sua irmã. 

Segundo relato da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), policiais militares atenderam a ocorrência e apuraram que a mulher atingiu a vítima estava conduzindo um Honda HR-V vermelho. “A mulher teria deixado o local e retornado posteriormente sem o veículo, apresentando falas contraditórias e sinais de embriaguez. Ela foi encaminhada ao 91.º DP (Ceasa) e o caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo, fuga de local de acidente e embriaguez ao volante”, disseram em nota. 

A vítima é um homem de 32 anos, que foi levado para o Hospital São Camilo, localizado no bairro de Santana, zona norte de São Paulo. Ele ficou em observação e já recebeu alta médica. Na audiência de custódia, Jaqueline conseguiu o benefício da prisão domiciliar por ter filhos pequenos. 

Para quem não lembra, essa não é a primeira vez que Jaqueline tem problemas com a lei. Em fevereiro deste ano, ela foi denunciada pelo Ministério Público de São Paulo por injúria, lesão corporal, homofobia, ameaça e vias de fato depois de agredir um casal gay em uma padaria, no bairro de Santa Cecília. Parece que a mulher teria se irritado com o jornalista Rafael Gonzaga e o namorado dele, e saiu proferindo ofensas homofóbicas e em seguida, partiu para cima deles com socos, tapas e chutes. Rafael teve ferimentos no rosto. 

Tudo isso começou porque Jaqueline conversava com outra mulher em uma vaga de estacionamento e Rafael teria se aproximado com o carro para ocupar o local. Jaqueline se irritou e deu início às ofensas e agressões.  

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