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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Mulher denuncia vizinha por intolerância religiosa e agressão na zona norte do Rio 

O caso ocorreu no bairro de Engenho de Dentro e foi flagrado por câmera de segurança. A vítima prestou queixa contra vizinha à 24ª DP (Piedade).

Kátia Flávia

22/06/2024 14h00

O caso ocorreu no bairro de Engenho de Dentro e foi flagrado por câmera de segurança. A vítima prestou queixa contra vizinha à 24ª DP (Piedade).

Que coisa mais absurda, gente! Olha só o que aconteceu com a Mônica Mesquita, ela foi agredida na rua onde mora no Engenho de Dentro, bairro da zona norte do Rio, por intolerância religiosa. 

 As câmeras de segurança do prédio mostram o exato momento em que a vítima, que é umbandista, é atacada pela vizinha. Mônica estaciona o carro em frente ao prédio e, quando ia começar a retirar as compras do mercado e surpreendida com as agressões.  

A agressora bate com a cabeça de Mônica contra o carro inúmeras vezes, estapeou-a repetidamente e depois a enforca, derrubando-a no chão sem parar com as agressões. Depois disso, a mulher identificada como Bruna da Costa Caruso, abre o portão de sua casa e grita para ela: “Macumbeira!”. 

“Eu cumprimentei ela e ela já veio puxando meu cabelo, me arranhando, afundando as unhas na minha cara, batendo, me dando uns tapas… me chamando de macumbeira, falando que sabia o que eu estava fazendo contra ela”, relata. 

As agressões deixaram marcas na cabeça, olhos, queixo e nos braços de Mônica. O caso aconteceu na última terça-feira (18) e a Polícia Militar foi acionada, mas Bruna se recusou a atender os agentes. Em seguida, Mônica e sua filha foram à 24ª DP (Engenho de Dentro), onde o caso foi registrado como crime de intolerância religiosa e agressão. 

Anteriormente, ela já havia registrado outros ataques de Bruna relacionados à sua religião. Em vídeo, feito de dentro do apartamento de Mônica, é possível ouvir a voz da vizinha ao fundo novamente usando a palavra “macumbeira”, como forma de atacar a vítima. 

De acordo a Polícia Civil, os envolvidos já foram ouvidos e a investigação segue para identificar as circunstâncias do caso. A delegacia também informou que a psicóloga realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro. 

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