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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Mulher de MC Poze é alvo de operação contra lavagem de dinheiro 

Kátia Flávia

03/06/2025 7h30

Influenciadora teria recebido quase R$ 1 milhão de esquema chefiado por traficante morto; polícia cumpre mandados e bloqueia as contas da influenciadora

Influenciadora teria recebido quase R$ 1 milhão de esquema chefiado por traficante morto; polícia cumpre mandados e bloqueia as contas da influenciadora

Genteee, o  mundo do funk e das redes sociais foi sacudido nesta terça-feira (3)! A influenciadora Vivi Noronha, esposa de MC Poze do Rodo, virou alvo de uma mega operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro da cúpula do Comando Vermelho (CV)!

Segundo as autoridades, o esquema era liderado por ninguém menos que Fhillip da Silva Gregório, o temido Professor, que morreu no último domingo (1º). Acredite: essa engrenagem criminosa teria movimentado nada menos que R$ 250 milhões! 

Policiais civis das delegacias de Roubos e Furtos (DRF) e de Repressão a Entorpecentes (DRE), além do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), foram às ruas para cumprir mandados de busca e apreensão em diversos endereços no Rio de Janeiro e em São Paulo.

E não parou por aí: a Justiça mandou bloquear e indisponibilizar bens e valores de 35 contas bancárias! O G1 ainda tenta contato com a defesa de Vivi, mas até agora… silêncio total!

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Vale lembrar que essa investigação não tem ligação direta com o processo que colocou MC Poze atrás das grades na semana passada, quando ele foi preso por apologia ao crime e envolvimento com o tráfico. A Justiça já mandou soltá-lo nesta segunda (2), mas, até a última atualização, o funkeiro continuava preso!

Agora, segura mais essa: segundo o Coaf, Vivi recebeu quase R$ 1 milhão de laranjas ligados ao Professor! Foram duas transferências suspeitas:

  • R$ 858 mil para a conta da empresa de Vivi;
  • R$ 40 mil direto para a conta pessoal dela.

A polícia foi direta ao ponto: “Ela [Vivi] e sua empresa figuram como beneficiárias diretas de recursos oriundos da facção Comando Vermelho, recebidos por meio de pessoas interpostas (‘laranjas’) com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro.”

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O esquema, segundo os investigadores, era engenhoso: o Professor montou uma vasta rede de laranjas e empresas de fachada, onde escondia o dinheiro do tráfico. Depois, por meio de sucessivas transferências, os valores chegavam até intermediários em Ponta Porã (MS) para a compra de armas e drogas para abastecer a facção.

Aliás, a morte de Professor — que, tudo indica, tirou a própria vida após uma briga com a amante — não atrapalhou o andamento das investigações. A polícia foi enfática: “Mesmo com sua morte, permanece clara sua importância dentro do esquema, sobretudo na consolidação da cultura do tráfico e na estruturação de empresas de fachada para dar aparência de legalidade ao dinheiro sujo.”

Ah, e teve operação no condomínio de luxo onde MC Poze e Vivi moram, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. O bafafá foi grande e a movimentação de viaturas não passou despercebida!

E aí, minha gente… quem achou que o caso Poze já tinha dado tudo o que podia, se enganou feio! A novela continua e cada capítulo tá mais explosivo que o outro! Fiquem ligados!

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