Estou completamente passada, escrevo hoje com a voz mais baixa e o coração apertado. A aviação brasileira acordou mais triste neste sábado com a morte de Constantino de Oliveira Júnior, fundador e ex-CEO da Gol Linhas Aéreas. Ele tinha 57 anos e estava internado em São Paulo, onde enfrentava um câncer havia anos.
Constantino foi um dos nomes centrais da mudança no jeito de voar no Brasil. Em 2001, criou a Gol e ajudou a popularizar o modelo de passagens mais baratas, aproximando o avião da vida de milhões de pessoas. Antes disso, já tinha longa experiência no setor de transporte e ocupou cargos importantes na administração da companhia até seus últimos dias.
A notícia provocou comoção no mercado, entre funcionários, parceiros e passageiros que viram sua rotina mudar graças a decisões tomadas por ele ao longo de mais de duas décadas.

A nota completa da Gol:
A Gol Linhas Aéreas divulgou um comunicado oficial lamentando a morte de seu fundador. Abaixo, a mensagem em versão clara e direta para todos entenderem.
A Gol informa, com profundo pesar, o falecimento de seu fundador, Constantino Júnior, ocorrido neste sábado, 24 de janeiro de 2026, aos 57 anos.
Há 25 anos, Constantino Júnior e sua família deram início à trajetória de uma companhia aérea que se tornaria uma das mais importantes do país. Com visão empreendedora e valores sólidos, nasceu uma empresa reconhecida por sua excelência e por seu compromisso com o desenvolvimento do Brasil.
Neste momento de grande tristeza, a Gol se solidariza com familiares e amigos, expressando seus sentimentos e reconhecendo o legado deixado por seu fundador.
A empresa destaca que sua liderança, sua visão estratégica e seu jeito simples e próximo marcaram profundamente a cultura da companhia. Os princípios que ele estabeleceu ajudaram a Gol a crescer e a integrar um grupo internacional, e seguem presentes no dia a dia da empresa.
Constantino Júnior foi um empresário brasileiro que ajudou a transformar a aviação comercial no país ao introduzir o conceito de baixo custo e baixa tarifa, ampliando o acesso ao transporte aéreo.
Eu encerro este texto com respeito e silêncio. Algumas histórias pedem menos adjetivo e mais memória. E a de Constantino Júnior já está escrita na história do Brasil que aprendeu a voar diferente.