Socorro, estava pronta para falar de figurino, coreografia e gritaria de Carnaval, mas a noite resolveu virar drama médico ao vivo. Melody passou mal depois de se apresentar em Grajaú, no interior do Maranhão, e saiu do show direto para uma ambulância, deixando fãs em pânico e produtores em estado de alerta.
O show fazia parte do AfterFolia, aquele pós-Carnaval que promete alegria até o último glitter. Só que, dessa vez, a alegria ficou pelo caminho. Melody já havia recebido atendimento médico antes de subir ao palco e precisou ser medicada novamente após a apresentação. As imagens dela sendo atendida pelo SAMU circularam rápido e não foram exatamente tranquilizadoras.
No dia seguinte, a própria cantora apareceu nas redes para explicar a situação, com aquele tom meio cansado, meio agradecido, meio abatido que ninguém finge bem. Disse que estava com dor de garganta, mal-estar geral e que precisou ser “furada” antes e depois do show. Confirmou que saiu de ambulância porque estava passando muito mal e fez questão de agradecer o carinho e a compreensão do público.
O episódio acende um alerta porque não veio do nada. Semanas antes, Melody havia sido internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após apresentar um mal-estar. Na ocasião, exames identificaram uma infecção aguda no estômago. A assessoria informou que ela estava estável, em recuperação e sob acompanhamento médico, o que levou à suspensão temporária de compromissos profissionais.
Durante o período de observação, shows chegaram a ser cancelados, incluindo uma apresentação prevista em Salvador. Mesmo assim, a agenda voltou a andar rápido, no ritmo que o Carnaval exige e o corpo nem sempre acompanha.

Eu olho para esse roteiro e vejo uma artista jovem, hiperexposta, em plena maratona de palco, trio elétrico e expectativa de público. Quando o corpo cobra a conta, não tem hit que segure. Ambulância em porta de show nunca combina com refrão chiclete.
Por enquanto, não há informações de nova internação, mas o susto ficou. E ficou grande. Fãs preocupados, produção cautelosa e aquela pergunta que sempre aparece depois do glamour. Até onde dá para ir sem parar.