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Kátia Flávia
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Medicina regenerativa entra na estratégia de expansão da Rede CADE no DF

A rede de franquias médicas inaugura em Águas Claras um núcleo dedicado à medicina regenerativa, apostando em tecnologias minimamente invasivas para o tratamento da dor crônica e na ampliação de sua atuação em um mercado em crescimento.

Kátia Flávia

20/02/2026 11h00

dr. lúcio gusmão fundador da rede cade

Dr. Lúcio Gusmão – Sócio fundador do Centro Avançado da Dor e Especialidade (Rede CADE) e médico ortopedista especialista em dor crônica e em Medicina Regenerativa. Foto: divulgação

Amores, sentem que lá vem capítulo novo dessa novela chamada saúde premium. A Rede CADE decidiu trocar o figurino básico e estreou um Núcleo de Medicina Regenerativa em Águas Claras, aquele bairro que acordou um dia achando que era Miami. E eu, curiosa profissional e fofoqueira de jaleco imaginário, fui espiar.

A tal medicina regenerativa chegou fazendo entrada triunfal, prometendo tratar a dor como vilã de novela das nove. Nada de só aliviar o choro do personagem. A ideia aqui é mexer no roteiro do corpo, estimular reparação de tecido, acalmar inflamação e devolver função como quem ressuscita protagonista que todo mundo achava perdido.

O mercado? Um espetáculo à parte. Dados internacionais dizem que esse segmento já movimentou mais de 35 bilhões de dólares em 2024 e segue crescendo como carreira de influencer bem assessorada. Envelhecimento da população, obsessão por longevidade e tecnologia biomédica empurram esse enredo para o horário nobre.

A unidade nova é a quarta da rede em Brasília e chega mirando atletas, amadores vaidosos e aquele público maduro que não aceita envelhecer sem glamour. Recuperação funcional, performance física e qualidade de vida viraram palavras de ordem, com cheiro de champanhe clínico.

No comando da orquestra está o Dr. Lúcio Gusmão, que eu já apelidei de maestro das articulações. O núcleo junta diagnóstico preciso, equipe multidisciplinar e um arsenal tecnológico digno de filme futurista. Laser de alta intensidade para estimular células, placas de ondas magnéticas, ozonioterapia e mesoterapia entram em cena para tentar domar a dor rebelde.

Segundo o doutor, a proposta cria um ambiente biológico favorável para o próprio corpo assumir o protagonismo da recuperação. Traduzindo para o meu dialeto, o organismo vira ator principal e a dor perde espaço no elenco.

A Rede CADE aposta alto nessa expansão. O grupo soma mais de 200 mil atendimentos, 12 mil procedimentos intervencionistas e oito unidades ativas. O novo núcleo reforça uma estratégia que olha para o paciente como alguém que quer viver bem, andar, treinar e reclamar menos no café da manhã.

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