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Kátia Flávia
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Matheus e Kauan viram embaixadores do BTG

O BTG Pactual anunciou a dupla sertaneja como novos embaixadores durante o BTG Summit 2026, em São Paulo. A parceria reforça a estratégia do banco de se aproximar do agronegócio e da música brasileira como pilares de posicionamento.

Kátia Flávia

03/03/2026 17h00

O BTG Pactual anunciou a dupla sertaneja como novos embaixadores durante o BTG Summit 2026, em São Paulo. A parceria reforça a estratégia do banco de se aproximar do agronegócio e da música brasileira como pilares de posicionamento. (Foto: Reprodução Instagram)

Meu amor, eu estava quase caindo da esteira da academia lotada de famosinho quando me mandam no grupo que o BTG Pactual agora tem Matheus e Kauan como embaixadores. Eu tive que diminuir a velocidade para processar. Porque não é todo dia que a Faria Lima resolve abraçar o sertanejo raiz com selo premium.

O anúncio aconteceu durante o BTG Summit 2026, em São Paulo, aquele evento que junta banqueiro, investidor, CEO, especialista em macroeconomia e gente que fala de commodities como se estivesse comentando novela das nove. E no meio desse cenário de terno slim e PowerPoint milionário, entram Matheus e Kauan representando o Banco da Música Brasileira. Eu não tenho estrutura.

Segundo o próprio banco, a escolha da dupla reforça o posicionamento estratégico no agronegócio, que responde por uma fatia relevante do PIB e das exportações brasileiras. O BTG vem ampliando atuação no setor com crédito, mercado de capitais, hedge, seguros e operações com commodities. Ou seja, enquanto a gente canta, eles estruturam financiamento.

E aqui vem o roteiro de série cara. Matheus e Kauan têm presença nacional, diálogo forte com o interior e conexão direta com o universo do agro. O sertanejo conversa com o Brasil produtivo, com o empresário rural, com o dono de fazenda, com o investidor que acorda cedo e fecha contrato antes do almoço. A escolha tem lógica, meu povo. É branding com chapéu e planilha.

O evento aconteceu nos dias 25 e 26 de fevereiro, reuniu lideranças do mercado financeiro e discutiu tendências globais. Teve transmissão online e gratuita, aquele combo de conteúdo premium com acesso digital. E no meio disso tudo, a dupla fez apresentação especial. Eu consigo imaginar o executivo ajustando a gravata enquanto canta junto.

O banco já mantém projetos ligados à música brasileira, como prêmio próprio e iniciativas culturais. A parceria com Matheus e Kauan entra nessa estratégia de integrar cultura, economia e posicionamento institucional. É o tipo de movimento que transforma palco em ativo de marca.

E eu vou te dizer, meus fofoqueiros de elite, essa mistura de sertanejo com banco de investimento tem cheiro de Brasil contemporâneo. De um lado, o palco iluminado. Do outro, a mesa de negociação. E no meio disso, uma dupla que sabe lotar arena e agora também representa discurso corporativo.

Eu comecei a notícia rindo, confesso. Mas terminei entendendo. Porque, no fim das contas, o mercado também quer trilha sonora. E a Faria Lima descobriu que dá para falar de hedge enquanto alguém canta sobre amor e estrada. Isso aqui é roteiro que nem roteirista da HBO pensaria, mas o Brasil executa com naturalidade.

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