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Kátia Flávia
Kátia Flávia

Matheus do BBB 26 é denunciado pelo Ministério Público de SP por homofobia 

O deputado federal suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIA+, Agripino Magalhães foi o autor da denúncia contra o gaúcho. 

Kátia Flávia

25/01/2026 12h00

O deputado federal suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIA+, Agripino Magalhães foi o autor da denúncia contra o gaúcho. 

Amores da minha vida, não sei vocês, mas eu já estou organizando um multirão #ForaMatheus com as minhas fofoqueiras para quando ele cair no paredão e sair com uma rejeição maior do que a Karol Konká, a nossa mamacita. Não aguento mais ver esse homem falando tanta atrocidade no meu reality conforto, eu to quase cancelado meu Globoplay por conta desse macho podre..  

Até peguei o rosário que minha tia me deu no meu último aniversário da sua última viagem pelo Vaticano e rezei como se não houvesse o amanhã para ele ser indicado para o paredão dessa noite, eis que a minha amiga de Santa Teresa me manda um áudio dizendo que a rejeição do público é a cereja do bolo do que o brother terá´que enfrentar quando sair do confinamento. 

Acontece que as declarações do Matheus Moreira no “BBB 26” sobre minorias, especialmente a comunidade LGBTQIA+, não passaram despercebidas pelo Ministério Público, tanto que o órgão denunciou o gaúcho e exigiu que ele seja investigado por homofobia. 

A denúncia contra ele feita nessa quinta-feira (22) antes mesmo de Matheus ter virado assunto entre os participantes, após fazer uma imitação pejorativa de Marcelo, assumidamente gay, durante um desfile na casa. 

O responsável pela denúncia foi o Agripino Magalhães, deputado federal suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIA+ que pediu a abertura das investigações ao MP Paulista. 

Durante um papo com outros brothers, o professor de boxe já havia demonstrado comportamento preconceituoso no programa, chamando a atenção de Juliano Floss que comentou com Babu Santana, líder da semana, sobre Matheus ter cantado um hino considerado homofóbico, entoado pelas torcidas gaúchas em estádios. 

Além disso, o gaúcho já havia duramente criticado nas redes sociais ao sugerir que a virgindade de Gabriela não a deixava se socializar com o mundo. 

“Conforme a decisão do STF Supremo Tribunal Federal a LGBTQIAPN+fobia passou a partir do dia 13 de junho de 2019 o art.20 da lei N° 7.716/1989 que igualou o crime de LGBTQIAPN➕, ao racismo/ INJÚRIA RACIAL e alterou o art.121 do Código penal incluindo ofensas e agressões motivado por LGBTQIAPN+fobia no rol dos motivos torpes, ou seja, o preconceito por orientação sexual e identidade de gênero está agora sobre o crivo de criminalização federal, ou seja, É crime de injúria racial e inaceitável. Declarações LGBTQIAPN+fóbicas passam a se enquadrar como crime de ( injúria racial) e a pena prevista no Código Penal brasileiro é de 01 a 05 anos de prisão e multa”, informa o deputado. 

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