Meninas, cheguei na academia com o coração acelerado e a paciência zerada. Porque não existe nada mais feio, mais repugnante e mais ameaçador do que tentar calar uma mulher. E é exatamente isso que Mario Frias vem tentando fazer, com processo, com intimidação e com aquela velha vontade de mandar mulher ficar quieta. Não vai rolar.
Entrei pela porta da academia passada, indignada e decidida. Hoje o glúteo vai trabalhar movido a ódio, foco e resistência. Cada agachamento é um não. Cada repetição é um grito. Porque mulher não se cala, mulher não se encolhe, mulher responde. E se tentam silenciar no tribunal, a gente fala mais alto na rua, na rede e, se preciso, até no leg press.
Mario Frias voltou à Justiça com um pedido direto, impedir que Samara Felippo cite seu nome ou use sua imagem nas redes sociais. O motivo, segundo ele, são publicações críticas da atriz que associariam sua figura pública a personagens e situações consideradas ofensivas.

O caso corre na 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo. Frias pede que Samara seja proibida de mencionar seu nome em qualquer rede social e que apague postagens com sua imagem. Se descumprir, ele quer multa diária e uma indenização que pode chegar a R$ 30 mil por danos morais.
Mas aí vem o detalhe que muda tudo. A juíza responsável negou o pedido de liminar. Tradução livre do juridiquês, o conteúdo já circula, não há urgência extrema e, se lá na frente ficar provado algum abuso, o reparo pode ser feito com indenização. Ou seja, ninguém vai ser calado agora.
Esse não é o primeiro round do ex-casal de Malhação. Em 2024, Frias venceu uma ação anterior depois que Samara publicou uma imagem dele acompanhada de emojis pouco elogiosos. Resultado, condenação de R$ 15 mil, paga em outubro de 2025.

Agora, a história ganha novos capítulos, com direito a audiência de conciliação proposta pela Justiça. Data ainda indefinida, clima zero amistoso.
No fundo, o que está em jogo não é só honra ou postagem. É o limite entre crítica política, liberdade de expressão e o uso do Judiciário como freio de rede social.
E a pergunta que fica, quem vai ceder primeiro, o político que quer silêncio ou a atriz que não engole mordaça?
A gente segue de olho. Porque esse processo ainda promete novos episódios e ninguém aqui gosta de final sem replay.