Eu cheguei achando que ia ser só mais uma noite de camarote, confete e selfie repetida, mas a Sapucaí resolveu me dar um plot twist com nome e sobrenome. Marina Ruy Barbosa surgiu no Alma Rio como quem entra num set de cinema europeu em plena avenida. Luz verde piscando, fundo espelhado, e ela ali, serena, sabendo exatamente o estrago que causa.

A ruiva veio vestida para dominar o ambiente, cabelo longo em ondas calculadas, maquiagem de quem acordou linda e figurino que mistura deusa art déco com carnaval de gente rica. Não foi look para curtir escondida, foi look para ser fotografada, comentada, ampliada e comparada em grupo de WhatsApp com a legenda “ela entregou”.
Nos bastidores, o clima era de visita real. Cumprimentos, sorrisos esticados, anfitriões orgulhosos e convidados disputando um segundo de conversa como se fosse ingresso para a final de reality. Marina circulou com calma, posou, conversou e deixou claro que ali ela não era só presença bonita, era símbolo do camarote.

O Alma Rio apostou alto ao colocá la como embaixadora e ganhou o pacote completo. Glamour, repercussão e aquela sensação deliciosa de que todo mundo queria estar exatamente naquele pedaço da Sapucaí. Eu vi, eu senti e eu anotei mentalmente. Teve noite que passou, e teve noite que ficou. Essa ficou.