Eu, Kátia Flávia, confesso. Pisquei e já tinha tênis, moda e taça gelada dividindo o mesmo palco. A Stella Artois resolveu brincar de alta costura e chamou Marina Ruy Barbosa para desenhar a coleção e Aryna Sabalenka para assinar com suor de campeã. Resultado? Um desfile que parece jantar chic, campanha internacional e fofoca boa na mesma noite.
Tudo começou com um encontro elegante no Brasil. A cerveja virou pretexto, o olhar criativo da Marina fez o resto e a aura vencedora da Sabalenka entrou como selo de autenticidade. A coleção cápsula nasce com peças claras, cortes afiados e aquele toque dourado que a marca adora exibir. Não tem clima de improviso, tem pose de editorial e conversa de bastidor.

Marina aparece como diretora criativa que sabe o que quer. Ela puxa o fio da sofisticação, traduz o esporte para o guarda roupa e entrega roupas que caminham do evento ao after com facilidade. Já Sabalenka entra como assinatura viva. Os golpes do tênis viram grafismo, as bolas mergulhadas em pigmento dourado deixam marca no tecido e o esporte ganha passarela sem perder força.

A Stella Artois Pure Gold segura o papel de anfitriã com discurso de produto premium, embalagem dourada e posicionamento pensado para bem-estar. Menos calorias, sem glúten e uma vontade clara de sentar à mesa com moda, arte e celebridade. A campanha filmada em São Paulo aposta em imagem limpa, luz bonita e aquele clima de marca que sabe exatamente onde quer chegar.
Nos bastidores, o papo é de edição limitada, apresentação para parceiros e coleção feita para ser vista de perto. Nada de peça espalhada por aí. Aqui o luxo anda de mãos dadas com controle e desejo.
Minha leitura de colunista que fareja tendência. Marina se firma como nome criativo que vai além do tapete vermelho. Sabalenka mostra que carisma também se veste. E a Stella Artois acerta ao misturar esporte, moda e brinde com cara de evento que todo mundo quer ter ido. Eu brindaria duas vezes, uma pela coleção e outra pela fofoca bem vestida.